Seja bem vindo!!!!!!!

Olá, que bom que apareceu, espero que goste desse blog e fique de vez!!!!!!!


"É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem saber ver."

(Bob Marley)



" É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada."
(William Shakespeare)

Mostrando postagens com marcador tristeza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tristeza. Mostrar todas as postagens

sábado, 30 de abril de 2011

A falta manipula uma alma e fere um espírito



A dor me levou aonde eu estou, me levou a ver a vida de outro ângulo.
Eu não custumo me arrepender das coisas que faço e também faço tudo pra não me arrepender daquilo que não fiz.
Subestimei meus limites e fui em frente em algo que sabia que poderia ser doloroso, mas nem olhei pros lados, enfrentei o novo e encarei a realidade, fiz o que achei que devia sem ao menos imaginar as consequências.
Ao abrir os olhos eu estava lá, vivendo uma vida que não era minha, andando num carro que não era meu, tendo desejos que não me pertencia.
Eu me sentir culpada, quis fugir, tentei esconder, mas não foi o suficiente, eu já estava presa na teias dessa vida. Já fazia de conta que eu pertencia aquele mundo, como diz o ditado ”se não pode com ele, junte-se a ele”, e foi exatamente o que eu fiz, me juntei aos desejos e aos medos e transformei a sede de respostas num saciar de perguntas e hoje estou aqui, justamente numa vida que não é minha.
Antes eu sentia falta, hoje a falta me sente, antes eu que esperava, questionava, hoje sou esperada e a cada dia mais um questionamento que eu não sei como responder, as coisas foram saindo do meu controle, o que era rotina tomou novos rumos e hoje sou eu que dou desculpas, sem nenhuma vontade de saber as dos outros, hoje eu tenho meus próprios motivos, minhas próprias desculpas, minhas próprias respostas, respostas essas que eu tenho que saber responder, e que por mais irônico que seja eu não tenho como responder.
Nos primeiros momentos tive recaídas, pensei que não ia conseguir, desafiei a força dos meus limites, mas hoje que já passei por tudo isso, que vi o que sentia se desmanchar como pó, não vejo motivo pra lutar, receio que seja em vão explicar agora, mais não me custa nada apenas desabafar.
Tudo começou exatamente com aquela severa frase idiota que ele me disse, aparti daí tudo mudou, por mais que eu agisse da mesma forma, por mais que eu quisesse que tudo fosse como antes, eu sabia que não seria, eu me conhecia e pior eu conhecia ele, eu não podia ser a mesma com ele, não tinha mais clima, bom como eu disse anteriormente tudo foi saindo do meu controle e quando eu vi eu já não estava mais presa a ele.
As palavras dele me fizeram pensar, martelaram na minha cabeça, até eu finalmente perceber que já não havia mais cadeias, mais laços, mais alianças, eu estava livre e foi justamente ele que me libertou, não era o que eu queria, não precisava disso e doeu muito a noção que tive ao notar que eu já não era mais dele e ele já não era mais meu, ele podia me dizer o que quisesse, por mais que eu o amasse, que o sentimento ainda palpitasse dentro de mim, não havia compromisso, não havia regras e não havia nada pelo que lutar, ele até tentou explicar, consertar as coisas, ajeitar como diria o próprio, mas não ajudou em nada, eu sempre tive minha cabeça formada e sempre acreditei que palavra dita não se muda com desculpas, ofensas feitas não se recupera com frases prontas, é bem lógico, ele havia criado uma ferida e essa ferida não iria sicatrizar com o arrependimento dele, eu até queria que fosse fácil assim, mas a burrada já estava feita e por mais que eu quisesse eu não tinha como consertar, nunca fiz medicina ou coisa parecida, eu não era especializada em curas, apenas sabia conviver com as feridas e não sicatrizar-las.
Ele não fazia idéia do que eu sentia e eu não diria, assim como não disse, sufoquei a dor sendo o mais apaixonada possível, demonstrando todo o amor que eu sentia, colocando pra fora tudo que devia, pelo menos era o que me cabia fazer, antes que tudo aquilo me sufocasse.
Eu havia perdido a confiança nele, havia destruido os laços, havia criado minhas próprias conclusões e não havia como mudá-las, ele sabia que seria assim, ele só não imaginava que acontecesse tão rápido, assim como eu, mas aconteceu, eu perdi o respeito, o carinho e o compromisso que regia o nosso amor.
Eu continuava amando-o, querendo-o, desejando-o bem, mas já não era como antes, eu olhava pra ele agora como um amigo que eu amo, zelo, cuido, quero bem, e desejo-lhe felicidades, mas nunca como o meu namorado, como o homem que eu pensei em ter uma vida, como eu disse tudo havia mudado, e ele já previa.
A minha ausência, a minha falta de notícias, eu realmente comecei a ficar mais ocupada, a não ter tempo nem ao menos pra respirar, eu já não tentava mais lutar pra vê-lo, já não tinha motivo pra quere-lo como antes, então eu simplesmente deixei a vida me levar, já que eu não podia levá-la eu fui com ela, deixando ela me levar, e ele notou bem isso, a minha distância, a minha ausência declarada era bem aparente.
Eu quis lhe dá explicações, quis falar com ele, tentar recuperar o que havia perdido, mas não cabia a mim, não era mais meu dever, sempre tiver o dever de cuidar, de respeitar, de ser dele e somente dele, mas daquele dia em diante já não era mais assim.
Ainda me doí pensar assim, me doí ver que mais um conto de fadas virou história de terror, eu estava morta mais uma vez, e o que me cabia era apenas tentar suportar a dor tentando acalmar a dos outros, e foi isso que eu fiz.
Segurei a barra, respirei fundo e fui em frente no meu objetivo, passei a olhar pra os problemas ao meu redor e não aos meus, não as minha dores e quem sabe assim eles por si só não se resolvesse ou desaparecesse de uma vez.
Eu ainda continuaria sendo sua amiga, sua ouvinte, sua companheira, sua queridinha e ele também seria o mesmo pra mim, eu zelaria por ele como nunca, amaria ele até a minha morte, só não falaria mais nisso e não seria quem ele queria que eu fosse, como eu disse eu já não era mais sua namorada, agora eu era apenas sua amiga.
Hoje tentei falar com ele, mas ele não pode me responder e eu então como já tinha dito antes deixei a vida me levar, até o dia que tudo fique em pratos limpos, eu enfim abrir mão dele, na verdade sempre soube que não era mulher pra ele, ele merecia coisa bem melhor, então por amor a ele e por entrega total, não lutei mais por ele, apenas deixei a vida tomar seus rumos e fiz das forças coração pra não chorar mais, não desejar voltar atrás.
Hoje eu vi que a falta manipula uma alma e fere um espírito gravemente mesmo sem a gente perceber.


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Sem títulos

Foi exatamente as palavras dele, em meio a uma descussão, foi justamente o que ele sugeriu, SEM TÍTULOS.
No fundo eu sabia que isso significava sem compromisso, eu sabia que ali com aquelas palavras o sonho havia acabado, eu sentia que ele estava me dispensando sem usar as palavras certas, mas era justamente o que ele queria me dizer, só não tinha coragem.
Eu fiquei remoendo aquelas palavras na minha cabeça, até não suportar mais, ele poderia me dizer o que quisesse, eu não acreditaria.
Ele não sabia o quanto havia me magoado com aquelas palavras, logo ele que eu  já não conseguiria viver sem, ele que eu fiz juras de amor, e quis estar do lado pro resto da minha vida.
Eu não estava só magoada, eu estava mais que isso abismada, abismada por ouvi exatamente ele me dizer essas palavras, justo ele que sabia como foi terrivel conviver com as perdas.
Eu sentir tanta raiva de mim por me deixar ser enganada, por deixar aquilo tudo mexer comigo, por me sentir esquecida, que desejei nunca mais falar com ele, mas ao invés disso fui sonhar com ele e não conseguir deixar de me preocupar. Eu o amo e por mais idiotisses que ele faça, não consigo deixar de amá-lo.
Pois bem, eu estou chateada, mas preciso entender que as coisas não são como eu quero.
Eu espero muito que ele tenha se expressado errado, que tenha confudido as palavras, que ele não tenha medido as consequências das suas palavras, que esteja arrependido, e que volte a falar comigo como tudo era antes.
Pois é, foi bem assim que ele começou a falar na nossa primeira conversa depois de toda aquela história do sem títulos, veio falar comigo como se tudo fosse normal, como se nada  tivesse acontecido e quando me encontrou tratando ele diferente, notou a burrada que havia feito e veio justamente com a frase: - Poxa, dá pra voltar a ser tudo como era antes? Sinto falta disso, daquilo...
Eu não sabia o que responder, no fundo eu queria tudo como era antes, sentia falta dele, mas por outro lado eu estava tão chateada e desconfiada, nem sabia o que pensar, achei que tudo não passava de uma fantasia minha, um sonho.
No fundo prefiro ter-lo aqui perto de mim, do quê perder todo o contato, eu já não sei o que fazer sem ele, penso nele 25 horas do meu dia, vejo fotos, os recados, sinto falta. Não posso simplesmente ignorá-lo, fazer de conta que ele não existe, que nada aconteceu, ele tá aqui, fixo na memória, gravado no coração.
O pior é que não consigo imaginar outra coisa a não ser que ele não me leva a sério, sinto como se fosse apenas uma curtição, como se ele não me levasse a sério, como se ele me tratasse apenas como uma criança que ele devesse cuidar, e não quero ser tratada assim. Quero ser tratada como uma mulher, como sua mulher.
Sei que é difícil pra ele vim pra cá, largar tudo lá e vim me ver, imagino como não é a vida dele, mas isso não é motivo pra ele virar pra mim e dizer que prefere sem títulos e ainda dizer que é por minha causa, seria mais fácil eu entender se ele dissesse que não queria nada comigo, distância nunca foi problema pra mim, lógico que é complicado, mas ele dizer que agora é melhor nada de títulos, se ele queria me magoar conseguiu.
Poxa, tudo que eu queria era apenas ouvir ele me dizer: - Me espere, eu te amo, eu te quero como minha namorada e quero muito ficar contigo, eu quero você, me espere. Eu não me importava de esperá-lo o tempo que fosse, não me interessava que eu tivesse que esperá-lo o resto da minha vida, eu esperaria e com orgulho, não me importaria com o que os outros dissessem, eu seria fiél, me responsabilizaria em te amá-lo, em confiar, em me manter sua. Mas não, ele fez justamente o oposto, preferiu sem títulos, sem compromissos, sem responsabilidade, e eu ainda tive que ouvi as pessoas falarem: - Viu não quis ouvir, eu sabia que ele tava te usando, bem que eu avisei que ele não queria nada com você, você que é burra de acreditar que um homem como ele, ia te querer. E eu ainda tinha que engoli o choro e me fazer de forte, por mais doloroso que estava sendo.
Foi aí que percebi, era melhor ter ele, do quê viver sem ele, então larguei meu orgulho de lado e liguei pra ele, pra variar ele não atendeu, e isso me deixou ainda mais com a pulga atrás da orelha, mas não interessava a pulga, eu o amava e quem ama confia, mesmo que a pessoa não mereça,o que não era o caso dele  por que pra mim ele merecia, ele era alguém que sempre me fez confiar e acreditar em tudo que falava.
Hoje estamos aqui com os votos refeitos e com títulos, ele sentiu falta da palavra namorado, assim como eu sentir, ele precisava da responsabilidade, do zelo, do respeito que emanava de mim, o compromisso, o carinho que ele viu que foi perdendo ao dizer que não devia existir títulos, ele mais que eu sabia como era importante ter motivos para acreditar um no outro, de como erámos cobiçados, como era difícil manter os hólofotes longe da gente e como é dever um do outro o título, apesar dele não ser nada perto da aliança que já tinhamos um com o outro, mas o mais justo era o título, o título lançava os úrubus pra bem longe, mostrava que estavamos melhor que nunca. Que estavamos mais forte que nunca, mais apaixonados que antes, apesar de sabermos que nada seria como antes, receio melhor, mas nunca como antes.
Então hoje estamos titulados, somos novamente NAMORADOS, e estamos felizes com isso.



sexta-feira, 11 de março de 2011

A dor de te perder

Odeio sentir isso, odeio ter esses bolo na garganta, essa vontade de fugir no mundo, de não existir.
Não sei o que é pior, se é a falta de notícias dele, ou a distância cruel que causa toda a briga.
Eu o amo, e isso é óbvio, mais é tanta gente falando, é ele ocupado sempre.
Eu briguei com ele, e ele apenas não me disse nada, nem tentou se defender, apenas se calou, e me deixou pensar o que eu quisesse pensar, isso deu asas a minha imaginação pessimista.
Eu sinto falta dele, de saber dele todos as horas, de ter ele ali pertinho de mim, ainda que longe.
Não dá, eu até não sei o que escrever, o que dizer, o que fazer, tenho vontade apenas de pegar o primeiro avião e ir pra lá, bater na sua porta e gritar bem alto pra que todos ouçam que eu o amo, que ele já faz parte de mim, que dá doendo tanto ficar sem ele.
Eu não preciso provar mais nada, eu já fiz de tudo pra que ele saiba que eu o amo, tá eu sei, sou exigente, mas eu só quero vê-lo, ter ele um pouco pra mim, isso é ruim!? Eu sei que ele trabalha, que tem suas ocupações, não o condeno por isso, apenas sinto por não poder tá do lado dele, ajudando-o.
Talvez eu tenha sido muito rude com ele, mas ontem foi um dia de cão, e eu estava muito mal, o corpo doía, e a mente sufocava, e ele aqui não estava.
Aff, eu estou sentindo uma dor, que nem sei medir, eu quero sumir.

domingo, 6 de março de 2011

Not The Right Day


Not The Right Day

Lu Alone


You're not the right guy
This is not the right place
It's not the right time
This is not the right day
I am just a stranger that entered your world
A girl form another town that nobody knows
I'm just a new girl that came to your school
That doesn't know anybody, but knows you
I know that you love me and my heart calls your name
But this is not the right time
This is not the right day


I'm going to pretend that I never knew you
That you aren't the guy I liked...
'Cause you were so different
You've changed so much
I can't stay stuck on you
Like if you were the only guy in this world
The problem is I still love you


But this is not the right time
This is not the right day
You're not the right guy
This is not the right place
I am just a stranger that entered your world
A girl from another town that nobody knows


I'm just a new girl that came to your school
That doesn't know anybody, but knows you
I know that you love me and my heart calls your name
But this is not the right time
This is not the right day


I'm going to pretend that I never knew you
That you aren't the guy I liked...
'Cause you were so different
You've changed so much
I can't stay stuck on you
Like if you were the only guy in this world
The problem is
I still love you


But this is not the right time
This is not the right day
You're not the right guy
This is not the right place
I am just a stranger that entered your world
A girl from another town that nobody knows


I'm just a new girl that came to your school
That doesn't know anybody, but knows you
I know that you love me and my heart calls your name
But this is not the right time
This is not the right day


This is not the right day...
This is not the right day...


We wanna be together
Forever, forever, forever...
But I'm just a new girl that came to your school
That doesen't know anybody, but knows you
I know that you love me and my heart calls your name
But this is not the right time
This is not the right day


Não É o Dia Certo


Você não é o cara certo
Este não é o lugar certo
Não é o momento certo
Este não é o dia certo
Eu sou apenas uma estranha que entrou em seu mundo
Uma garota de outra escola que ninguém conhece
Eu sou apenas uma garota nova que veio para a sua escola
Que não conhece ninguém, mas conhece você
Eu sei que você me ama e meu coração chama seu nome
Mas este não é o momento certo
Este não é o dia certo


Vou fingir que eu nunca te conheci
Que você não é o cara que eu gostei
Porque você era tão diferente
Você mudou muito
Eu não posso ficar presa a você
Como se você fosse o único cara no mundo
O problema é que eu ainda te amo


Mas este não é o momento certo
Este não é o dia certo
Você não é o cara certo
Não é o momento certo
Eu sou apenas uma estranha que entrou em seu mundo
Uma garota de outra cidade que ninguém conhece


Eu sou apenas uma garota nova que veio para a sua escola
Que nao conhece ninguém, mas conhece você
Eu sei que você me ama e meu coração chama seu nome
Mas este não é o momento certo
Este não é o dia certo


Vou fingir que eu nunca te conheci
Que você não é o cara que eu gostei
Porque você era tão diferente
Você mudou muito
Eu não posso ficar presa a você
Como se você fosse o único cara no mundo
O problema é que eu ainda te amo


Mas este não é o momento certo
Este não é o dia certo
Você não é o cara certo
Não é o momento certo
Eu sou apenas uma estranha que entrou em seu mundo
Uma garota de outra cidade que ninguém conhece


Eu sou apenas uma garota nova que veio para a sua escola
Que não conhece ninguém, mas conhece você
Eu sei que você me ama e meu coração chama seu nome
Mas este não é o momento certo
Este não é o dia certo


Este não é o dia certo ...
Este não é o dia certo ...


Queremos estar juntos
Sempre, sempre, sempre ...
Mas eu sou apenas uma garota nova que veio para a sua escola
Que não conhece ninguém, mas conhece você
Eu sei que você me ama e meu coração chama seu nome
Mas este não é o momento certo
Este não é o dia certo







quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Meu Querido Jonh

Foi um bálsamo para mim assitir o filme antes de ler o livro. Apesar de todos falarem e comentarem que o livro era ótimo, eu precisava que de uma prévia, de algo que me provasse que não era mais um romancezinho clichê. E finalmente me deparei com algo surpreendente, uma história fantástica, que até para mim que descrevo cada detalhe de tudo que vejo ou esculto, fico abismada como não consigo descrever tal perfeição e impressionante enredo.

Já assitir vários e vários filmes, li livros e mais livros, mas nada que se comparace a estrutura e abundante emoção sentida ao ver cada cena do belíssimo filme. Olha sou uma crítica nata, que condeno os diretores de filmes, quando se trata de filmes baseados em livros, mas confesso que tal diretor caprichou na enfase dada em cada detalhe deste filme, fazendo assim com quê os fãs de livros como eu se derreta ainda  mais pelo livro do quê já nos derretemos. É deslumbrante ver que o diretor não poupou criatividade ao dirigir e coordenar tal filme.

Observa-se também que até em meros detalhes, como medir o tamanho da lua cheia com o polegar, a levar uma bala no peito e ali pensar nas duas coisas mais importantes da vida, tem algo especial. Podemos sentir e ver também o amor ao país que foi maior que o amor carnal, homem e mulher, que o amor ao seu próximo pode superar o amor a você mesmo. Que muitas vezes não basta só amar ao próximo, deve-se fazer algo por ele. Que nem sempre as pessoas são caladas ou fechadas por que querem, por trás disso tem algo, talvez não tão drámatico ou crítico como muitos pensam, mas sim tem algo, algo que impossibilita a pessoa de se expressar, isso não quer dizer que ela seja uma aberração, mas que ela pode surpreender-lo a qualquer momento, seja presentindo o perigo ou notando que aquela pessoa é boa, mais para algo ela irá servi e quando menos esperar ela vai mostrar a que veio.


Talvez esse seja só um filme, só um livro, só uma história qualquer, só mais uma ficção, mais um best-seller que chamou a atenção das pessoas, mas  verdade seja dita, valeu apena cada segundo que ganhei assistindo a esse filme, a lição de vida adquirida ultrapassa cada ano vivido da minha vida, nunca tive sensação parecida ao assistir um filme, durante esses meus poucos e bem vividos 19 anos e 10 meses de vida.


Não é só o texto, os atores (que por sinal foram espetaculares em cada cena, transformando o comum e básico na mais incrível e fabulosa história), o enredo, ou o lugar escolhido para cada cena, a praia, os países em guerra, ou a casa rica da fazenda, mas também a trilha sonora que nós fazia viver, está ali dentro do filme, vivendo cada cena, cada dor, emoção, amor, sentimento dos personagens.


Confesso que eu mesmo ao ínicio do filme imaginei diversos finais cabiveis, mas tal final me deslumbrou, talvez seja um comentário tendencioso, já que eu amei o filme, mas confesso que nem a minha mente fértil e mirabolante conseguiu imaginar tão simples e inacreditável final, jurava eu, que terminaria como mais um final drámatico como o de Romeu e Julieta, ou como o de Um Amor pra Recordar ( não que os finais citados sejam ruins, pelo contrário, não tenho nada contra a finais drásticos, eu até gosto, dá mais emoção a história, não fica parecendo um conto de fadas), mas não o filme, mesmo não usando a inspiração de outras histórias lideres de bilheteria dos corações apaixonados, foi bem agradável aos olhos dos seus telespectadores com a sua autenticidade.


Fiquei feliz por ter alguém para me escrever e-mails, tá, eles não são como as cartas de John Tyree e Savannah Curtis, mas chegam bem perto, por que me motiva a ama-lo e deseja-lo ainda que longe e até mesmo a distância não é capaz de tirar a presença dele de perto de mim.


Talvez ele já saiba e eu não precise repetir, mas pode ser que ele duvide, subestime, ou apenas não acredite, então não para prova-lo, mas apenas para que fique marcado como uma forma de afeto e por que também não me custa nada falar, - Você é muito importante para mim. Eu te A .., tá meu querido.

Meu querido John!

Não contarei o final do filme e nem tentarei subestimar a imaginação de vocês, meus caros leitores, apenas sugiro que leiam o livro e assistam ao filme tão comentado neste texto, Meu Querido Jonh.

E deleitem-se com a mais profunda e fascinante história dos últimos tempos, a  desse filme.
Bom programa para uma tarde tranquila e sem traumas.
Espero que a prova que o filme me deu de que o livro é bom, seja verdadeira, por que foi atráves do filme que desejei ler o livro.
Estou agora a espera de condições para poder têr-lo.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Essas datas

Gente tenho tanto texto pra postar aqui, mas estou bem preguiçosa esses dias.
Queria ter disposição pra postar todos os textos que escrevi, mas pelo visto só vou cair na real que o ano novo chegou e minha vida mudou, quando eu colocar a cara pra fora da rua.
Por que últimamente estou bem caseira, parece até que me prenderam dentro dessa casa, não tenho a minha vontade de sair.
Natal passei dormindo, a Virada do ano também. Mesmo recebendo tantos convites pra sair, preferir me manter longe dos holofotes e distante da multidão. No fundo no fundo não foi lá muito bom, já que eu fiquei só, isolada do mundo esses tempos e isso incluir quase entrar num estado critico de depressão. Mas para desencargo de consciência e alívio da mente eu já estou bem, nada muito sério, foi só a falta de graça nas coias, mas me dei conta que isso é normal.
Sabia que mesmo rodiada de pessoas ainda me sentiria sozinha então preferir ficar só e já estava bom.
Odeio essas festas, sempre é tão deprimente, sempre me lembrar algo triste, e faz eu me sentir sozinha nesse mundo de Nosso Senhor.
Recebi muitas ligações, muitos votos de um bom ano, muitos e-mails, muitas declarações, mas nada que fizesse essa solidão conjunta do meu peito, parar, então deixei ela se desfazer sozinha, e não é que está resolvendo.
Como meu aniversário que todos esquecem o Natal e o Ano Novo são datas marcantes, mas também muito dolorosas pra mim, que apesar de ser considerada  dramatica pelos amigos, sou apenas realista e falo o que eu sinto, por que qunado eu realmente chegar a falar é por que já não suporto mais.
Queridos esses foi mais um desabafo da escritora infame desse blog, mais pretendo recompesa-los, prometo que esse ano abordarei temas sensacionais e marcarei o ano de 2011 com chave de ouro, podem esperar é uma promessa que vou adorar cumprir.
Beijos e obrigado por valorizarem e darem apoio a este blog.


Esperando que a vida mude, mesmo sabendo que esse é o meu dever!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O circo está pegando fogo!

Na minha casa, o circo está sempre pegando fogo. Sabe o que é pior, é sempre a platéia que acaba se queimando. Eu vejo sempre o palhaço enchendo o saco da trapezista e a platéia sem poder fazer nada e nem rir, na verdade nem tem graça.

Meu pai sempre dá uma de palhaço, achando tudo bom ou ruim, ele reclama disso e daquilo, ver defeito em tudo mas se for o que ele fizer, ninguém pode reclamar, minha mãe é sempre a trapezista ou o mágico, está sempre se esforçando, fazendo mágica, tirando coelho da cartola ou se equilibrando na corda bamba, tentando resolver e achar soluções para os problemas e nunca é entendida ou recompensada pelo palhaço.

Eu e os demais da casa somos a platéia, vemos tudo acontecer, temos o direito de rir ou não achar graça, como é o caso nessa situação, mas mesmo sem nos meter tão profundamente no espetáculo, acabamos sempre sobrando. Porque quando o circo pega fogo, a trapezista se cansa de ouvir as reclamações e ver as palhaçadas do palhaço, joga tudo para o alto e se seu papel no momento for o de mágico, ela larga a mágica e deixa o espetáculo por conta do palhaço, que não sabe fazer nada sozinho, mas não sabe valorizar a ajuda da sua companheira de palco. Aí a platéia fica a mercê de uma apresentação fria e morta.

Na verdade o que a platéia gosta é de um espetáculo rico, onde há união e respeito, não uma apresentação monótona, onde só há figurantes, uma apresentação unitária, em que há esforço só de um e nenhum enriquecimento de espírito. A platéia quer rir e se emocionar, aproveitar o momento, se divertir, se sentir numa família, que tudo é para o bem de todos, quero ver prazer nos olhos da trapezista e ver graça no sorriso do palhaço e descobrir que na verdade esse circo não é só um palco e sim uma família, um lar.

Não quero me queimar, nem quero que meus acompanhantes de platéia se queimem. Quero me sentar e ver as coisas acontecerem, ver ação, diversão e contribuir com minha parte, a de aplaudi e pedi bis. Preciso que o circo se mantenha de pé. Quero chegar ao circo e ver graça no palhaço, ver a emoção da trapezista e ter a plena certeza que ali estou segura, que não sairei ferida, nem queimada, quero sair intacta.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Meu Deus, eu ainda amo ele...

O quê é, que há comigo?



Como posso ainda te amar, já faz um mês, isso devia passar?!


Porque eu não consigo te odiar?


Porque sua lembrança, seu cheiro, o gosto do seus beijos fica a me atormentar?


Acabou, eu devia aceitar.


Aceitar que eu já não te tenho mas.


Que não passou de um sonho e eu acordei.


Poxa, não é justo, não é certo, eu continuar aqui a te amar e você nem ligar.


Sei que fui um erro mas então sai da minha cabeça, some do meu coração.


Me deixa seguir minha vida, tomar minha decisão.


Como eu posso ser tão idiota a ponto de achar que tinha esquecido você.


Meu Deus, eu te amo.


E como amo.


Não adianta ter outros caras, sair, me arrumar, se no fim, no fim de tudo é de você que eu vou lembrar.


Sinto falta, saudade de tudo, das brigas, das palhaçadas, dos momentos.


De você a me abraçar.


Eu estou feito boba, chorando pelos cantos, clamando por sua voz, por um carinho teu.


E você lá com outro alguém.


Já eu aqui sem você, sem ninguém.


Quantas e quantas vezes quis pedi para voltar.


Para não me deixar.


Mas tenho medo.


Medo de não me amar.


Por isso fico aqui sem tentar.


Esperando você chegar.


E querer de novo me amar.


Assim não dá.


Porque enquanto eu fico aqui você fica aí.


Em mim doí.


Eu ainda sofro, tá.


Você deve está bem.


Mas eu não.


E a culpa é desse meu maldito coração.


Que maldição!


Não devíamos amar quem não nos ama.


É, eu te amo mais que a mim.
 
Por isso estou assim.



Está  doendo bem lá no fundo, dentro de mim!


terça-feira, 12 de outubro de 2010

A garotinha da vovó

Acordei, com humor comum de um dia de domingo. Fui discutir com meus pais, em quem votar, sou meio de última hora nesses lances, sem falar que é minha primeira eleição, meu pai se revoltou logo, por eu não concordar com os candidatos dele, minha mãe por sua vez, não queria votar em ninguém, odeia política.


O papo eleição acabou, então fui para o meu quarto e lá estava minha avó, sentada na frente da janela olhando o movimento da rua. Me deitei em sua cama e ela começou a falar.


Começou a falar de uma garotinha que ela carregava no braço e ficava na porta para tomar sol. Aquela garotinha que ela penteava o cabelo e colocava para dormir. Garotinha que viveu com ela a vida toda, que ela fazia questão de defender e fazer todas as vontades.


Garotinha, essa que hoje cresceu, que já tem 19 anos e que perdeu o brilho de criança. Que já não encanta, que acha que se tornou bonita, mas no fundo se tornou foi feia. Aquela garotinha cresceu, já não ouve mais conselhos, vive sua própria vida, achando que está certa mesmo estando errada.


Hoje na real da história, aquela garotinha, meiga, ingênua, carinhosa, dependente, obediente, toda medrosa, já não existe mais.


Minha avó, viu cada evolução daquela garota, praticamente viu nascer, esteve ao lado dela em todos os momentos, na queda, na fome, na dor, na tristeza, na teimosia, na saudade, na perda, no crescimento, na ida a escola, no 1º passeio, quando ganhou o 1º animal de estimação, na doença, na saúde, na felicidade, na formatura do 1º grau, no ginásio, no 1º namorado, na 1ª paixão, no 1º beijo, no 1º amor, nos aniversários, quando cortou o cabelo, quando o cabelo cresceu, em todos os momentos cruciais de uma vida.


E hoje minha avó chora, sentindo falta daquela menina, por que hoje não ver mais em seus olhos existir a garotinha de antes. A garotinha de olhos puxados, sobrancelhas falhada, boca miúda cor de pele, cabelo preto encaracolado, pele café com leite e perfume cheirinho de bebê, já não existe mais.


Hoje os olhos puxados, usam lápis preto, as sobrancelhas falhada, estão feitas e bem finas, o cabelo encaracolado, foi alisado e já não está mas preto e sim castanho avermelhado, a boca miúda cor de pele, usa um batom acobreado, a pele café com leite, já não tem mais tanto leite e o perfume, deixou de ser cheirinho de bebê e passou a ser cheiro de mulher. Ela deixou de ser ingênua e passou a olhar a vida com esperteza.


Aquela menina, garotinha da vovó, fui eu, um dia, a anos, era eu.


Sinto pela dor e perda da vovó, mas não posso ajuda-la, não sei aonde essa garotinha está, não sei por onde procurar, não tem como resgata-la. Poderia até tentar mas ela não tem como encontrar. Mesmo que deixe o cabelo encaracolar e de preto pintar, os olhos sem lápis passar, as sobrancelhas sem afinar, a boca sem batom usar, a pele leite derramar e o perfume de bebê voltar a usar, nada disso vai adiantar, por que aquela garotinha se tornou mulher. Talvez não tenha sido algo bom ou aconteceu cedo demais, mas no tempo não se pode mandar. E na vida há questões sem resposta, ou que haja resposta, elas não serão a que queremos dá, mas sim a que a pergunta exige.


O mundo, o tempo, os anos, a vida, o ambiente, o século, a moda, as companhias, tudo muda uma pessoa, exige dela e faz com quê as coisas e escolhas deixe de ser como antes.


A culpa não é minha, nem de ninguém, é só a vida tomando rumos que muitas vezes não queremos ou não esperávamos. O problema é que no curso da vida nós, serem viventes não podemos interferir.


Sinto não ser a mesma de antes, tem vezes que até penso em voltar no tempo, mas o tempo não volta e não se altera o passado, minhas escolhas traçaram caminhos, novos destinhos e deles não posso fugir.


A vida é assim.


A garotinha da vovó, não pode mais existir.
 
 

Onde ela está?!
 

domingo, 3 de outubro de 2010

Mais que a mim

Mais Que A Mim



Maria Gadú


Composição: Ana Carolina e Chiara Civelo



Ouvi dizer que você tá bem


que já tem um outro alguém


Encontrei moedas pelo chão


Mas não vi ninguém pra me abraçar


me dar a mão






Eu chorei sem disfarçar


Quando vi seu carro passar


Vi todo o amor que em mim ainda não passou


Eu já não sei bem aonde vou


Mas agora eu vou.






Tentei falar mas você não soube ouvir


Tente admitir!


Tentei voltar e pude ver o quanto errei


Te amei mais que a mim, bem mais que a mim.






Ouvi dizer que você tá bem


que já tem um outro alguém


Encontrei moedas pelo chão


Mas não vi ninguém pra me abraçar


me dar a mão






Eu chorei sem disfarçar


quando vi seu carro passar


Vi todo o amor que em mim ainda não passou


Eu já não sei bem aonde vou


Mas agora eu vou.






Tentei falar mas você não soube ouvir


Tente admitir!


Tentei voltar e pude ver o quanto errei


Te amei mais que a mim, bem mais que a mim.






É, mais que a mim.

Te amei mais que a mim!

 



sábado, 18 de setembro de 2010

DOR DE AMOR

LEMBRE-SE UMA DAS COISA QUE MAIS DOÍ, É SER MAGOADA PELAS PESSOAS QUE AMAMOS.

UMA MAGOA JAMAIS SERÁ ESQUECIDA. PROMESSAS NÃO FARAM A DOR DIMINUIR E SIM AUMENTAR, PORQUE MOSTRA QUE MAIS UMA VEZ FOMOS ENGANADOS PELO CORAÇÃO!!!



UMA FERIDA FORMADA SERÁ SEMPRE LEMBRADA, PORQUE MESMO DEPOIS DE SARADA  DEIXA MARCAS, CICATRIZES  E O LUGAR JAMAIS SERÁ O MESMO.


AS VEZES É MELHOR NEM LEMBRAR MAS ISSO NÃO QUER DIZER QUE ESQUECEMOS OU QUE NUNCA IREMOS LEMBRAR!!!!


O  FATO DOR FICARÁ REMOENDO NA NOSSA MENTE ATÉ O ÚLTIMO DIA DE VIDA, PORQUE DOR DE AMOR NÃO TEM CURA, TALVEZ CONSOLO, MAS  ISSO NÃO QUER DIZER QUE DEIXARÁ DE DOER.


PODE UM DIA ATÉ SER AMENIZADA OU QUEM SABE PARECER ESQUECIDA, MAS NUNCA DEIXARÁ DE DOER.

A DOR SEMPRE ESTARÁ PRESENTE NO CORAÇÃO MESMO NÃO PARECENDO, PERDÃO PODE SER DADO MAS ISSO NÃO GARANTE QUE SERÁ ESQUECIDA A BENDITA MAGOA!!!

POR QUÊ DOR DE AMOR NÃO TEM CURA.

(LARISSA)


Não tem como consertar um coração partido!


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Nem tudo é como a gente quer...

Não estou aqui pra questionar, nem me lamentar, o que passou, passou.
Se doe ou não, não cabe a ninguém saber ou se meter.
Se quebrei a cara, não ouvi conselhos, esse é um problema meu, o que fiz o que vivi foi bom porquê aprendi, e daí que nada saiu como eu queria, pelo menos cada momento foi vivido e nada que eu fiz foi em vão, pelo menos agora acredito que fui capaz de me dá uma chance, mesmo essa chance sendo inúltil, eu me dei.

Agora é a hora de levantar a cabeça e dá a volta por cima, deixar as coisas velhas de lado e viver a vida de um modo diferente, deixando de viver em função de alguém e só de mim mesma.
Nada será capaz de me fazer esquecer, mas também não farei questão de lembrar.
Então me darei um descanço e verei a vida como ela é, sem sonhos e planos, só a vida e eu .

Deixarei de analisar e passarei só a observar, mas não expressarei minhas opiniões, deixarei elas distante da boca e dos ouvidos curiosos do povo, serei só mais uma que aprendeu a controlar os impulsos e mesmo que tenha sido de um jeito ruim, ainda foi uma forma de aprender.

Como nem tudo é como a gente quer, comigo não seria diferente, acordei de um sonho incrível e já estou de pé, mas não será por esse motivo que deixarei de sonhar, sonharei, mas agora sabendo os riscos de um sonho.

Serei humilde mas dessa vez me darei o devido valor, a culpa não foi minha nem de ninguém, certas coisas acontece com o ser humano para ele tão somente aprender e eu aprendi, não só com meus erros mas também com meus acertos.
E hoje sei que fui mais mulher do quê muitas outras, que fui capaz de encantar e nada vai tirar esse dom de mim, já que agora eu aprendi.

Enfim, termino aqui deixando claro que não estou arrependida, pelo contrário, estou muito feliz, por ter muitas experiências pra viver e lembrar das que vivi.
E como conselho para todos que visitam meu blog, sugiro que vivam, sem medo de errar, porque mesmo que erre, eles serviram no final das contas como um grande aprendizado.