Seja bem vindo!!!!!!!

Olá, que bom que apareceu, espero que goste desse blog e fique de vez!!!!!!!


"É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem saber ver."

(Bob Marley)



" É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada."
(William Shakespeare)

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domingo, 6 de novembro de 2011

Um passo mais perto

O tempo é muito lento para os que espera, muito rápido para os que tem medo, muito longo para os que lamentam, muito curto para os que festejam, mas para os que amam, o tempo é eterno. **William Shakespeare *


A dor tem me dominado. Eu tenho enlouquecido, minha mente está fora do meu corpo, eu estou andando sem as pernas, voando sem asas e pisando no nada. Estou sem chão.
Eu tenho sobrevivido e quando penso seriamente em viver, me vejo com medo, medo de respirar e sentir o aroma de uma vida que sei que não posso ter. Talvez isso seja chamado de síndrome da vida.
Então fico a sonhar. 
A sonhar com o dia em que meus batimentos se mantenham acelerados, com o dia em que vou relembrar das cores, das muitas promessas nunca compridas e sim perceber que era só questão de tempo para cumpri-lás. 
Me digam, como posso ser corajosa, se me causam medo?
Como posso amar, se estou com medo de cair nas armadilhas do amor?
Me sinto só, mesmo rodeadas de pessoas, falta algo, tem um vazio dentro de mim, e não quero continuar me sentindo assim, sozinha no mundo.
Fico esperando, esperando pela resposta do tempo, da confirmação do destino.
E esperando ele, aquele alguém que não saberia dar nomes, que fará todas as minhas dúvidas de repente irem embora de alguma forma, forma essa que não sei explicar.
Só sei que me sentirei dando um passo mais perto, mais perto do amor.
Eu tenho morrido todos os dias da minha vida esperando por ele.
E sempre espero pelo dia em que ele me dirá: - Querida não tenha medo, eu tenho te amado por mil anos. E vou te amar por mais mil.
E quando o tempo ficar parado, só pra eu poder registrar o momento, ficarei olhando para ele e ali verei o quanto ele é tão bonito, bonito por inteiro, bonito e completo, mesmo nas suas falhas.
É, justamente aí que me obrigo a ser corajosa, paciente, e me faço lembrar de lutar por ele, mesmo não o vendo, mesmo não sabendo se ele realmente existe. E me prometo não deixar nada, nem ninguém tirar ele de mim, quando ele estiver na minha frente.
Sei que ele ainda não chegou, mas um dia ele virá. E então estarei pronta para gravar em mim, cada respiração, cada cheiro, cada imagem, cada som e cada gesto, por todas as horas da minha vida. 
Quero sentir que ele veio para isso, para não só me fazer feliz, como para me mostrar que ainda há esperanças para o amor, e que eu estou a um passo mais perto dele.
Fico a ouvir sua voz me repetindo mesmo que em sonhos: - Querida não tenha medo, eu estou aqui, tenho te amado por mil anos e vou te amar por mais mil.
E isso só me faz o tempo todo acreditar que eu irei encontrar-ló, muito além dos meus sonhos, o tempo vai trazer seu coração pra mim.
Eu tenho amado-o por toda minha sobrevivência e vou amar-ló por toda a minha existência, por que sei que ele tem me amado por mil anos e vai me amar por mais mil.
E com ele estarei sempre um passo mais perto da felicidade.


domingo, 2 de outubro de 2011

A primeira emoção de amanhecer

Amanhecer






Gente, o que é isso!? Amanhecer vai ser uma sensação...
Não é segredo pra nenhum de vocês, que eu adoro a saga Crepúsculo e assisto todos os filmes, agora tem pronto pra estréia a 1ª parte de amanhecer, assim como Harry Potter relíquias da morte, Amanhecer será dividido em dois, mas era óbvio,  já que o livro e a história dele é um dos maiores.
Bom, estou aqui pra compartilhar com vocês meus caros, um pouco da minha emoção... 
Gente confesso que quando vi o trailer do filme fiquei fascinada, repetir umas 20 vezes ou mais, era tudo que eu esperava e mais um pouco, isso que é saga, mesmo o diretor mudando algumas coisas, ficou show.
E só pra provar pra vocês que não estou mentindo, aqui embaixo está o vídeo.
Que vocês possam ficar com gostinho de quero mais assim como eu.


sábado, 1 de outubro de 2011

Ainda não é tarde


Ainda não é tarde

Lacrima

Meus pés caminham sem direção
Tentando entender a sua visão
Meu mundo parou nesse momento
A porta se fecha na solidão
Não vou mais me conter
Já é tarde
Refrão
EU QUERO GRITAR PRA VOCÊ ME OUVIR
EU QUERO RESPOSTAS PRA SENTIR
ME DEIXE TENTAR TE ENTENDER
POIS NÃO VOU MAIS FUGIR
Como você espera que eu entenda
Ver você se afastar de mim
Qual é a chance que eu tenho
De quebrar essa barreira sem fim
Não vou mais me conter
Já é tarde
Refrão
EU QUERO GRITAR PRA VOCÊ ME OUVIR
EU QUERO RESPOSTAS PRA SENTIR
ME DEIXE TENTAR TE ENTENDER
POIS NÃO VOU MAIS FUGIR
Não vou mais esperar você voltar
Não vou mais esperar você aqui
Não vou mais me calar só por você
Não vou mais esperar
Ver você voltar



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

É de você que estou falando...

Ele estava ali, tão risonho e discreto que nem eu quis invadir seu mundo particular, ele sorria, brincava, vivia, mas algo escondia, talvez não escondesse por querer, mas por simplesmente não ter por que falar no assunto.
Olhar seus olhos tão misteriosos me deixava fascinada, tentada a desvendar seus mistérios, mas a covardia e o pudor me obrigavam a manter-me na minha.
Até que de repente, num simples ouvir de uma música, na troca de conhecimentos, aqueles olhos tão misteriosos deixou ceder a nuvem e mostrou o brilho de seu segredo para mim.
Tão certo como 2 e 2 são 4, bastou uma só pergunta  para ele  segredar-me cada página de seu livro.
E como diz trecho da música tema de nosso assunto " fez dele um nobre domador, laçando acordes e versos dispersos no tempo".
Ele falou, falou de suas andanças por São Paulo, da vida a dois, e quando se tornou vida a três, falou do amor ao trabalho, do rumo que tomou sua vida, das derrotas que fizeram rotas e hoje estão enfim completando mais um capitulo no seu livro, das faculdades, de suas responsabilidades, do pouco valor que lhe deram, da sua dedicação, do zelo pelo filho, da morte que mostrou-se vida, da desgraça que virou graça, da fraqueza da mente, da decisão, do pedido de ajuda, da reviravolta, de se sentir capaz, mesmo quando tudo se mostrava incapaz, de se tornar maduro e menino.
De aprender  a rir e a chorar com o filho. De ir descobrindo coisa nova quando julgava  que já sabia tudo. De ver o brilho no olhar de sua criança e perceber que se tornou pai bobo, mais feliz. De sentir saudade e dá nome a ela. De falar ao telefone, de torcer pelas férias, de perceber que seu bebê cresceu e já pensa em garotas com a mesma idade que você começou a pensar nelas, aí você não sabe se fica orgulhoso por ver que ele se parece tanto com você, ou se fica preocupado por ele está crescendo tão rápido, mas é óbvio que pra você ele será sempre aquele bebezinho de colo, que você tentava pôr pra dormir.
 Era  ele aquele homem alto forte, tão decidido e tão pé no chão, seguro de si e exemplo de força, tão sensível assim, a ponto de relatar tudo com tanta emoção que até uma canção seria mera troca?
Não era possível, que um homem como ele, tão risonho e brincalhão, tivesse passado por tanta  aflição, como o ouvir contar.
Mas de quê nunca , eu estava entusiasmada, sua vida era de um fascínio indiscutível. Eu queria ouvi-lo falar mais, a letra de uma das suas músicas preferidas soava de fundo e sua voz máscula e ao mesmo tempo tão emotiva dava-me aquele ar de que ele era apenas um fantasma, que fosse impossível existir pessoa tão fantástica quanto ele.
Fiquei ainda mais tentada a saber mais sobre ele, e lhe perguntaria mais, se o tempo não ousasse roubar de nós as horas e fizesse ele perceber que já estava bem tarde e que chegava o período de ir embora, ficaríamos ali por toda a vida.
Sentir-me muito frustada com o "tempo", mas faiscava de felicidade ao sentir muito confiável aos seus olhos a ponto dele ter coragem e desejo de me contar sua quase vida toda, sem ao menos me conhecer direito. Ele confiou em mim e isso foi a maior de minhas glórias, ele sentiu-se bem ao me contar e eu muito feliz em ouvi-lo.
Já o admirava só de olhar, com sua vivacidade e inteligência, era a melhor pessoa a se espelhar naquele lugar e depois de cada letra cantada, de cada momento relembrado, fiquei confesso, fascinada por ele, como por ninguém, assim como a letra pela melodia .
Ele era mais velho do que eu podia imaginar, seu corpo largo e comprido se mostrava a personificação da força, uma força que vinha de dentro, força essa que era apenas sua.
Então, aqui está o texto, para quem ler espero que tenha gostado e quem se enquadra nessas características, saiba que " É DE VOCÊ QUE ESTOU FALANDO". 



sábado, 13 de agosto de 2011

A Borboleta e a Flor


Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor... e uma borboleta.

Mas Deus lhe deu um cacto... e uma lagarta.

O homem ficou triste pois não entendeu o porque do seu pedido vir errado.

Daí pensou : Também, com tanta gente para atender... E resolveu não questionar.

Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido.

Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores.

E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta.

Deus sempre age certo.

O Seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado.

Se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, confie.

Tenha a certeza de que Ele sempre dá o que você precisa, no momento certo.

Nem sempre o que você deseja... é o que você precisa.

Como Ele nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar.

O espinho de hoje... será a flor de amanhã !

domingo, 31 de julho de 2011

TEMPO, amigo ou inimigo?

TEMPO tem sido meu melhor amigo e meu pior inimigo...
É tão irônico os caminhos sugeridos pelo destino, tão surreal e indiscutível, que até eu mesma, que quero resposta pra tudo, resoslvi não questionar dessa vez.
Meus objetivos e planos tem estado tão distantes dos meus olhos, que até a mente cansou de pensar no assunto.
TEMPO tem sido muito útil nas questões do coração, nas dores causadas pela falta de amor, pelos momentos que jurei ser os mais felizes de minha vida, e quando me dei conta, haviam se tornado em um dos mais tristes e infelizes momentos de uma vida. Foi o TEMPO, o responsável pela sicatrização mais rápida das feridas, é óbvio que o TEMPO não apaga sicatrizes, ele não é responsável por apagar marcas, mas ele ajuda bastante a esconde-lás.
Ele faz parar de doer, de sangrar, de derramar lágrimas, acrescenta folhas novas nos livros já terminados, folhas em branco e põem em nossas mãos uma caneta com tinta de ouro para que assim nunca se apague as palavras escritas, assim iniciando um novo capítulo.
Mas mesmo com tantos benefícios, o TEMPO também consegue ser traídor, sorrateiro, rouba de nós os anos, faz a vida passar rápido, nós faz adquirir rugas, dores fisícas, mental, nós deixa confusos e inseguros, arrasta com ele sonhos, planos, tira de nós o gosto da expectativa e nos obriga a deixar de lado desejos e objetivos que um dia tivemos.
Rouba sorrisos, amores, vidas, rouba tanto, que já não sei se os benefícios que ele nos oferecem vale lá tanto apena que mereça passar por tantos obstáculos, não sei se vale apena abrir mão de tanto por tão pouco.
Verdade seja dita, quando estamos em desespero, quando queremos que tudo se resolva depressa, a primeira vontade que nos dá é de gritar pelo TEMPO, gritar para que ele passe rápido e que tudo se resolva logo, mais também quando estamos curtindo o momento, tendo graça na vida, queremos cutivar o momento, aí vem o TEMPO, com seu lado cruel e desumano, voando e levando com ele tudo de bom que estamos vivendo, que a nossa única solução é choramingar ao pé do TEMPO suplicando para que ele não passe, que nós dê um pouco mais de TEMPO.
É nessa hora que percebemos que o amigo se tornou inimigo ao mesmo TEMPO que o inimigo se tornou amigo, ele é meu aliado mas ao mesmo TEMPO meu adversário.
Não sei viver com o TEMPO, aprendi apenas a conviver, conviver com seus surtos de humor, com sua dupla personalidade e com sua mania incontrolável de dá e tirar ao mesmo TEMPO.
Talvez o TEMPO tenha duas caras, ou seja bipolar ( tá aí, deve ser isso, como a moda agora é tudo ser bipolar, o TEMPO deve ser um dos principais afetados por essa doença!), é a única resposta pra ele ser tão inconstante assim.
Essa obsessão por dá com a direita e tirar com a esquerda é intragável, não sei como agir com ele, talvez a melhor forma seja apenas já que não podemos com ele, juntar-se a ele. É melhor ter um inimigo declarado, do quê ter um inimigo se passando por amigo.
Talvez o certo a falar do TEMPO, é que ele é tudo e não é nada...
Que no fundo no fundo , ele não sabe nem que posição tomar, se é doce ou azêdo, amigo ou inimigo, aliado ou adversário.
A única forma de agir com o TEMPO é fazendo ele provar do seu próprio veneno: Dá TEMPO ao TEMPO!


O melhor rémedio, dá tempo ao tempo!

sábado, 9 de julho de 2011

Centro das atenções

Não dá pra dizer que tem sido fácil eu sorrir, não dá pra dizer que tem sido fácil ter tantas alternativas pra escolher.
Sabe, fico pensando nas coisas que tentei considerar fácil...
Naquele sorriso que eu sabia que não tinha como manter mas fui forçada a segurar por mais tempo do que eu podia suportar.
Daquele choro que eu tinha que conter só pra não transparecer.
Naquele beijo que eu sabia que não podia dá, mas foi mais forte que eu, e pronto fui lá e dei...
Naquela frase que eu sabia que não podia ter dito, mas por uma mania incontrolável de falar o que penso, fui lá e falei... 
Naquele olhar que eu não podia ter dado, só por que no final eu sabia que ele ia render histórias. 
São tantas coisas bestas e simples que a gente considera fácil não fazer, mas é tão mais forte que nós, que as coisas saem do nosso controle, e nós ficamos lá, inventando desculpas pra fugir do maldito problema que causou.
Eu sinto saudade do tempo que eu não tinha que me reprimir, nunca gostei de nada fácil, mas a forma como tem sido difícil evitar as coisas é tão constrangedor pra mim, considero absurdo pedi pra que fique mais difícil.
Descobrir por acaso que ter tantos homens aos meus pés é tão chato, principalmente quando nenhum deles é o que eu realmente quero, ficar ouvindo eles dizerem que estão apaixonados por mim é tão deprimente, é como se eu fosse obrigada a aceitar suas côrtes só pra não magoá-los, antes eu achava bom ser o centro das atenções, mas agora que tudo saiu do meu controle, não sei o que fazer, é irritante ver os caras se matando pra tentar me agradar.
Não quero ter tanta gente querendo desvendar meu mundo, meu infinito particular, quero apenas ficar na minha, ser só eu, já que não posso ter quem eu quero, quero me contentar em ter a mim mesma, mas não, vem um bando de carinhas legais, gente boa, que eu ficaria muito feliz em ter como amigos, fazendo declarações de amor, querendo ainda que eu concorde em ter eles como meus namorados, não quero namorar, não agora, eu quero sim, um dia, mais não agora, não sem eu ter vontade.
Excesso de atenção me deixa sufocada, estou sendo pressionada por ser o centro das atenções, isso é ruim, isso é cruel, eu quero atenção, mas não do jeito que estou tendo, poxa é tão chato ter tantas alternativas, tantas escolhas a fazer, por que eu gosto tanto deles, do jeito que falam, cuidam, me tratam, gosto de ser olhada, de me sentir querida, bem, bonita, mas odeio me sentir obrigada a escolher amigos como namorados.
Preciso de espaço, preciso de liberdade, e não de escolha, preciso de ar, de tempo, de oportunidade de cuidar de mim e só de mim, de me ver no espelho e ver que eu tô bem, mesmo com uma cara de sono retada, preciso me sentir segura, me sentir eu mesma.
Sinto dizer isso, mais não quero mais atenção!!
Parem de me dá tanta atenção!!

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Quero sim!!!




Quero Sim
Paula Fernandes

Composição : Paula Fernandes


Eu tô com saudades
Da nossa amizade
Do tempo em que a gente
Amava se ver
Eu não sou palavra
Eu não sou poema
Sou humana pequena
A se arrepender


Às vezes sou dia
Às vezes sou nada
Hoje lágrima caída
Choro pela madrugada
Às vezes sou fada
Às vezes faísca
Tô ligada na tomada
Numa noite mal dormida


Se o teu amor for frágil e não resistir
E essa mágoa então ficar eternamente aqui
Estou de volta a imensidão de um mar
Que é feito de silêncio
Se os teus olhos não refletem mais o nosso amor
E a saudade me seguir pra sempre aonde eu for
Fica claro que tentei lutar por esse sentimento


Diga sim ouça o som
Prove o sabor que tem o meu amor
Cola em mim a tua cor
Eu te quero sim, sem dor
Diga sim...

O tempo tem levado meus bons momentos

Estou com saudades da nossa amizade, do tempo em que falava bobagem na escadaria da bíblioteca, de ouvir seus resmungos quando eu brigava com você, de te fazer rir com qualquer besteira, de andar de mãos dadas pelo colégio, pelos altos e baixos que passamos juntos, enfim, por tudo, tudo que me fez bem e tudo que também considerávamos ruim.
Tenho tanta saudade, que já não sei se é possível medir ou explicar, foram 4 anos de muita vida, de vida que não volta atrás, de coisas que fizeram a gente perder o juízo e recuperar assim sem muita desculpa, talvez isso seja uma característica nossa, voltar do zero sem muitas explicações, sem desculpas, era a coisa mais louca, brigar e do nada voltar a se falar como se nada tivesse acontecido, erramos tão meninos, tão bobos.
Imagina só que passámos anos nos amando sem coragem de tomar uma iniciativa definitiva, mesmo eu que sempre fui tão determinada, nunca fui além de provocações, e você nunca teve coragem suficiente pra dizer o que verdadeiramente queria, era algo muito além da admiração, do carinho e da compreensão.
Recordo-me das letras de músicas que você lia pra mim, de algumas que cantava ao meu pé de ouvido, das pitadas de ciúmes que sentia dos meus namorados e eu das suas amigas mais íntimas além de mim, sempre fui claustrofóbica de ciúmes, era algo fora do meu controle. Que tempo bom!
Sinto falta das conversas, de chorar centenas de vezes em seu ombro, de repetir milhares de vezes que te amava, de dizer ao mundo que gostava de você, de querer estar ao seu lado mais do quê ao lado de qualquer outro, de não me cansar de ouvir seu NÃOS, de ser sempre eu mesma ao seu lado, das loucuras que fazíamos juntos e de todas as outras que metíamos outras pessoas, mas as mais legais eram as que eram só nós, os segredos que nós dois juramos guardar pro resto da nossa vida, que prometemos ficar só entre nós, mas que bastou encontrarmos nossos melhores amigos (estilo Sr Araújo e Sra Dessa) pra contarmos tudo, só a gente mesmo, era tão cômico a forma que fazíamos loucuras, que até me fascina!
Hoje, é tão triste ter histórias pra contar e não ter você aqui pra rir ou chorar comigo, ou ao menos pra fazer sala, dá colo, foi mais triste ainda saber que você anda fazendo pão, bolo e eu não pude provar um só pedaço, assim como você fazia com minhas tentativas frustantes de fazer bolo (que você jurava está bom, só por quê você sempre adorou bolo solado, rsrsrs..., só você mesmo!) .
Até de te querer eu sinto falta, de querer bem, de está perto, do som da voz, de você ser meu sol, minha luz, de ser o nerd, de ver você levar ferro nas provas de física e eu  passar, só por que eram alternativas de assinalar e não de calcular como você sempre preferiu.
De fazer descobertas simples, tipo aquela frase tosca de "levar um tapa sem mão" que um colega nosso falou e não levamos fé que o ditado existia, só por que o bendito colega era tão louco que nada fazia a gente acreditar que o termo tapa sem mão existia mesmo.
Bom, talvez eu não só sinta falta de você, mais sinta falta da pessoa que eu era com você, meio maluca, meio ingênua, meio menina, meio mulher, de querer provar aquela sensação com a bala ICEKISS (rsrsrs... acabei de te deixar sem graça!) . Olho as nossas fotos, e não consigo evitar as lágrimas de rolarem pelo rosto, elas são frescas e trazem em cada gota um gosto caracterizado da suadade, da sua imagem, do seu toque, do seu abraço, do seu colo.
As vezes leio seus textos, que eu sei que não tem nada haver comigo, mas me faz lembra você, seu jeito de falar comigo, sua forma de manipular as palavras, seu jeito meio egocêntrico, de as vezes temer demais pelo que os outros vão pensar de você se você fizer isso ou aquilo, seu perfeccionismo, seu lado arrogante e as vezes bruto, e fico imaginando por que deixei você escapar de meus dedos como quiabo que escorrega quando cortado, não dá pra entender como a distância tem me feito sonhar acordada com aqueles bons tempos que eu seu que não voltam atrás.
O tempo tem levado de mim nossos bons momentos, o que resta é a pura e sublime lembrança de ter estado ao teu lado nos bons e maus momentos da minha vida, é óbvio que teve outras pessoas importantes, como Sr Araújo, Mademoiselle, Sra Dessa e demais personagens bastantes significantes, de qual não estou tirando o mérito, nem seria justo fazer isso, mas a questão que o nosso caso, seja lá de amor ou de amizade, ou amoroso, ou fraterno, não me importa e pouco importaria a qualquer um, foi um caso, e um baita caso, que me doí não existir mais, que me faz rever meus conceitos sobre a vida e os bons amigos.
Na verdade eu estou escrevendo esse texto sei lá por que, talvez por que a saudade esteja demais, por que ela me sufoque de tal forma que a única e saciável solução tenha sido escrever, eu sei que não irá conter, sei que muitas águas ainda irão rolar e que essa saudade ainda vai aumentar, mas eu precisava tentar libertar a saudade, talvez também seja por que eu precise dizer em público o quanto você é importante pra mim, o quanto te amo, o quanto me sinto bem ao seu lado, eu sei que você lerá isso, sei que morrerá de vergonha por eu ter exposto pra o mundo a saudade que sinto de você, sei também que você pode me considerar dramatica, que pode ficar com raiva e nem falar mais comigo, mas isso era algo que sentir vontade de fazer e me perdoe se puder e quiser mas não me arrependo de nenhuma palavra, nenhuma frase, nenhum sentimento expressado aqui e de nada que vivi.
Bom, tenho de terminar e a melhor forma de terminar é agradecendo, então te agradeço por tudo, por existir, por ter feito e continuar fazendo parte de mim, você estará sempre aqui, bem pertinho do peito.

Obs: Dedico esse texto a Levi Ventura

sábado, 18 de junho de 2011

Excesso de restrições me conduzem a crer que não posso te querer.

Ele não sabe nada sobre mim e o pouco que sei dele é pouco demais pra dizer que o conheço. Ele acha que me conhece, acha que sabe o que eu penso, mas no final das contas ele nem sabe o que fazer comigo.
Eu não tenho medo dele, só morro de medo de me apaixonar por ele, coisa que receio ter acontecido a tempos.
No ínicio era apenas uma graça, um olhar pidão aqui, um sorriso muleque ali, depois se tornou um desafio, um beijo no pescoço, um pedido de quero mais e mais nos olhos, a boca salivando de desejo e o corpo pedindo cheiro, beijo, colo. Depois virou o querer constante, veio a sede de estar perto, o encanto da convivência, os desentedimentos, as propostas e os acertos. A brincadeira de criança, o pique do esconde-esconde, de ninguém saber, do povo prever, das suspeitas e incertezas.
Veio também os palpites alheios, a intromissão, veio o meu "eu' menina e o orgulho que emana do meu lado mulher. Veio as desconfiança e o medo de um suposto arrependimento. Um arrependimento de se entregar tão rápido e de quase perder o juízo tentando descobrir o que é certo ou errado a se fazer.
É tanta gente falando, o povo se metendo, querendo manipular o sentimento de cada um de nós dois, que foi inevitável ir levando a vida, sem se preocupar com o que os outros falavam.
Não confio nele, mas gosto de estar perto, de sentir sua respiração, de olhar seus olhos muleques, de deixar ele sem graça, de tentar desvendar seus segredos, de perder o medo, enfim gosto dele.
Mas seria tão bom não gostar, bom mesmo será ele nunca saber o que sinto por ele. Eu, pelo menos não pretendo admitir caso ele me pergunte, de mim ele não vai ouvir.
Receio que assim também eu corra o risco de nunca saber se ele sente o mesmo por mim. É um risco que serei obrigada a correr, mas o medo de baixar a guarda é tanto que jogo tudo pro alto e fecho os olhos para o que sinto.
Não será útil perder minhas defesas, não sou de me entregar num jogo sem usar minhas armas para vencê-lo.
Gosto de ser eu mesma, mas as vezes sinto tanta vontade de ser mais corajosa e lutar por ele, por sei lá o quê, talvez lutar pra ele gostar de mim o mesmo tanto que eu gosto dele ( se for o caso dele não sentir nada ), ou apenas por manter o que ele já sente e a aumentar o que ele precisa sentir.
Mas não, sou tão segura de mim, que peco pelo excesso de restrições, de prisões que faço entorno de mim.
O bom então é deixar tudo como estar, ele lá e eu cá.
Ou por falta de coragem, ou por cuidados demais, não importa, apenas prefiro deixar a vida seguir seu curso, seja lá algo bom ou algo ruim.
Prefiro deixar tudo nas mãos do destino, cabe a ele escolher o melhor pra mim. Se ele vai gostar ou não de mim.


domingo, 12 de junho de 2011


Feliz dia dos namorados! ♥♥♥


Eduardo e Mônica

Legião Urbana
Composição : Renato Russo


Quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?
Eduardo abriu os olhos, mas não quis se levantar
Ficou deitado e viu que horas eram
Enquanto Mônica tomava um conhaque
No outro canto da cidade, como eles disseram


Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer
Um carinha do cursinho do Eduardo que disse
"Tem uma festa legal, e a gente quer se divertir"


Festa estranha, com gente esquisita
"Eu não tô legal", não agüento mais birita"
E a Mônica riu, e quis saber um pouco mais
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa
"É quase duas, eu vou me ferrar"


Eduardo e Mônica trocaram telefone
Depois telefonaram e decidiram se encontrar
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard


Se encontraram então no parque da cidade
A Mônica de moto e o Eduardo de "camelo"
O Eduardo achou estranho, e melhor não comentar
Mas a menina tinha tinta no cabelo


Eduardo e Mônica eram nada parecidos
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis
Ela fazia Medicina e falava alemão
E ele ainda nas aulinhas de inglês


Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus
Van Gogh e dos Mutantes, de Caetano e de Rimbaud
E o Eduardo gostava de novela
E jogava futebol-de-botão com seu avô
Ela falava coisas sobre o Planalto Central
Também magia e meditação
E o Eduardo ainda tava no esquema
Escola, cinema, clube, televisão


E mesmo com tudo diferente, veio mesmo, de repente
Uma vontade de se ver
E os dois se encontravam todo dia
E a vontade crescia, como tinha de ser


Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia
Teatro, artesanato, e foram viajar
A Mônica explicava pro Eduardo
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar


Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
E decidiu trabalhar (não!)
E ela se formou no mesmo mês
Que ele passou no vestibular

E os dois comemoraram juntos
E também brigaram juntos, muitas vezes depois
E todo mundo diz que ele completa ela
E vice-versa, que nem feijão com arroz


Construíram uma casa há uns dois anos atrás
Mais ou menos quando os gêmeos vieram
Batalharam grana, seguraram legal
A barra mais pesada que tiveram

Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
E a nossa amizade dá saudade no verão

Só que nessas férias, não vão viajar
Porque o filhinho do Eduardo tá de recuperação


E quem um dia irá dizer
Que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração?
E quem irá dizer
Que não existe razão?



terça-feira, 31 de maio de 2011

Wherever You Will Go




Wherever You Will Go
Composição : Alex Band e Aaron Kamin

The Calling

So lately, been wondering
Who will be there to take my place
When I'm gone you'll need love to light the shadows on your face
If a great wave shall fall and fall upon us all
Then between the sand and stone, could you make it on your own


If I could, then I would
I'll go wherever you will go
Way up high or down low,
I'll go wherever you will go


And maybe,
I'll find out
A way to make it back someday
To watch you, to guide you, through the darkest of your days
If a great wave shall fall and fall upon us all
Then I hope there's someone out there
Who can bring me back to you


If I could, then I would
I'll go wherever you will go
Way up high or down low
I'll go wherever you will go


Run away with my heart
Run away with my hope
Run away with my love


I know now, just quite how
My life and love might still go on
In your heart and your mind,
I'll stay with you for all of time


If I could, then I would
I'll go wherever you will go
Way up high or down low
I'll go wherever you will go


If I could turn back time
I'll go wherever you will goIf 
I could make you mine
I'll go wherever you will go (x2)


Aonde Quer Que Você Fosse


Ultimamente, tenho pensado
Quem estará lá para tomar o meu lugar?
Quando eu tiver ido, você precisará de amor para iluminar as sombras no seu rosto
Se uma onda enorme caísse, e caísse sobre todos nós
Então, entre a areia e as pedras, você conseguiria se virar sozinha?


Se eu pudesse, eu iria
Eu iria aonde quer que você fosse
Para lá em cima ou lá embaixo,
Eu iria aonde quer que você fosse


E talvez, eu descobrirei
Uma forma de trazer tudo de volta algum dia
Para observá-la, para guiá-la, através do mais escuro dos seus dias
Se uma onda enorme cair, e cair sobre todos nós
Então eu espero que haja alguém
Que possa me trazer de volta para você


Se eu pudesse, eu iria
Eu iria aonde quer que você fosse
Para lá em cima ou lá embaixo,
Eu iria aonde quer que você fosse


Fuja com o meu coração
Fuja com a minha esperança
Fuja com o meu amor


Só agora eu sei o quanto
A minha vida e o meu amor precisam permanecer
No seu coração e na sua mente,
Eu estarei com você por todo o tempo


Se eu pudesse, então eu iria
Eu irei aonde quer que você vá
Para lá em cima ou lá embaixo,
Eu irei aonde quer que você vá


Se eu pudesse fazer o tempo voltar
Eu iria aonde quer que você fosse
Se eu pudesse fazer você ser minha
Eu iria aonde quer que você fosse (2x)
 
 

quinta-feira, 21 de abril de 2011

QUEM SOU EU?





Eu, sou eu, e nada mais...
Me chamo Larissa Nayane e sinto orgulho disso.
Sonhadora.
Inconstante.
Emotiva.
Sensível.
Intuitiva e Teimosamente Realista.
Tenho uma doce calma que convive com a minha eterna raiva.
Sou completamente lúcida com os meus momentos de loucura.
Sou totalmente decidida, mas em alguns momentos eu não tenho certeza disso.
Tenho uma incrível inteligência que ultrapassa todas as minhas dificuldades.
Tenho uma excelente memória que só lembra o que é conveniente lembrar.
Gosto do azedo, mas não resisto ao adocicado.
Sofro intensamente, mas supero depois de dois dias. Amo e odeio.
Choro no mesmo momento que acho graça.
Sou uma garota que gosta de ficar sozinha sem ser anti-social.
Sou uma pessoa que pensa por si só mas que considera a opinião alheia em algumas situações.
Sou seletiva e um pouco simpática.
Sou música e ouvinte.
Sou leitora e escritora.
Sou uma antítese.
Sou um verbo.
Tenho várias hipérboles.
Adoro uma ironia.
Sou um substantivo com vários adjetivos.
Não sou um idioma.
Eu sou humana.
E sempre vai ter quem não vai gostar do meu cabelo, do meu sorriso, do modo como falo, ando e até me expresso.
Sempre vai ter alguém palpitando no meu namoro, nas minhas notas, nas minhas atitudes.
Acredite, por incrível que pareça sempre vai ter alguém palpitando até nos meus sentimentos, meus momentos de estresse e felicidade.
Apenas não me importo, não forço sorrisos, finjo simplesmente que é mais um nada, mas um alguém, que pouco importa e pouco influencia.
Afinal, quem é mesmo que vive minha vida e paga minhas contas?
Por essas e outras coisas que eu me amo...
 Me amo por tudo que eu sou, por tudo que eu faço por mim e pelos outros, pelas coisas que eu falo, me amo pelas atitudes que tomo, me amo pelo meu jeito, me amo pela força que emana de mim, me amo pelo sentimento que eu faço florescer em mim e nas pessoas ao meu redor, me amo pela minha simplicidade e meu humor que as vezes pode ser um mau-humor e quem sabe assim eu até não descubra que por eu me amar, outras pessoas também me amem.
Mas o que importa é que eu me amo e se o mundo não me ama que ele se dane, porque no fundo eu me amo e isso pra mim já basta e se não bastar é um problema meu.
Eu sou assim, algum problema?

domingo, 27 de março de 2011

BORBOLETA AZUL (post nº 100)




PALAVRA AO LEITOR:

Para comemorar o 100º post, eu escolhi uma das histórias mais fascinantes que já li, é uma história que marca literalmente meu coração de menina, uma história que mexe com a conciência e a vontade de viver e de caminhar cada passo sabendo fazer uma boa escolha, aqui está a prova viva da vida, a ESCOLHA, a forma como vêmos a vida, a capacidade de olhar o mundo com outros olhos e o mais interessante de tudo saber viver sem culpar os outros pelos erros e parabenizá-los pelos acertos de nossa vida, as coisas ruins ou boas que acontece com a gente devemos apenas culpar ou agradecermos a nós mesmos, por que tudo depende de nossas ESCOLHAS. Espero que gostem da história e aprendam com ela:

BORBOLETA AZUL

Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas.
Algumas ele sabia responder, outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta.
- Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.
Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!
As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você...ela está em suas mãos.

Moral da história:
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.
Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos e por aquilo que não conquistamos.
Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul...
Cabe exclusivamente a nós mesmos escolhermos o que fazer com ela.