Seja bem vindo!!!!!!!

Olá, que bom que apareceu, espero que goste desse blog e fique de vez!!!!!!!


"É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem saber ver."

(Bob Marley)



" É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada."
(William Shakespeare)

Mostrando postagens com marcador preocupação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador preocupação. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de julho de 2011

TEMPO, amigo ou inimigo?

TEMPO tem sido meu melhor amigo e meu pior inimigo...
É tão irônico os caminhos sugeridos pelo destino, tão surreal e indiscutível, que até eu mesma, que quero resposta pra tudo, resoslvi não questionar dessa vez.
Meus objetivos e planos tem estado tão distantes dos meus olhos, que até a mente cansou de pensar no assunto.
TEMPO tem sido muito útil nas questões do coração, nas dores causadas pela falta de amor, pelos momentos que jurei ser os mais felizes de minha vida, e quando me dei conta, haviam se tornado em um dos mais tristes e infelizes momentos de uma vida. Foi o TEMPO, o responsável pela sicatrização mais rápida das feridas, é óbvio que o TEMPO não apaga sicatrizes, ele não é responsável por apagar marcas, mas ele ajuda bastante a esconde-lás.
Ele faz parar de doer, de sangrar, de derramar lágrimas, acrescenta folhas novas nos livros já terminados, folhas em branco e põem em nossas mãos uma caneta com tinta de ouro para que assim nunca se apague as palavras escritas, assim iniciando um novo capítulo.
Mas mesmo com tantos benefícios, o TEMPO também consegue ser traídor, sorrateiro, rouba de nós os anos, faz a vida passar rápido, nós faz adquirir rugas, dores fisícas, mental, nós deixa confusos e inseguros, arrasta com ele sonhos, planos, tira de nós o gosto da expectativa e nos obriga a deixar de lado desejos e objetivos que um dia tivemos.
Rouba sorrisos, amores, vidas, rouba tanto, que já não sei se os benefícios que ele nos oferecem vale lá tanto apena que mereça passar por tantos obstáculos, não sei se vale apena abrir mão de tanto por tão pouco.
Verdade seja dita, quando estamos em desespero, quando queremos que tudo se resolva depressa, a primeira vontade que nos dá é de gritar pelo TEMPO, gritar para que ele passe rápido e que tudo se resolva logo, mais também quando estamos curtindo o momento, tendo graça na vida, queremos cutivar o momento, aí vem o TEMPO, com seu lado cruel e desumano, voando e levando com ele tudo de bom que estamos vivendo, que a nossa única solução é choramingar ao pé do TEMPO suplicando para que ele não passe, que nós dê um pouco mais de TEMPO.
É nessa hora que percebemos que o amigo se tornou inimigo ao mesmo TEMPO que o inimigo se tornou amigo, ele é meu aliado mas ao mesmo TEMPO meu adversário.
Não sei viver com o TEMPO, aprendi apenas a conviver, conviver com seus surtos de humor, com sua dupla personalidade e com sua mania incontrolável de dá e tirar ao mesmo TEMPO.
Talvez o TEMPO tenha duas caras, ou seja bipolar ( tá aí, deve ser isso, como a moda agora é tudo ser bipolar, o TEMPO deve ser um dos principais afetados por essa doença!), é a única resposta pra ele ser tão inconstante assim.
Essa obsessão por dá com a direita e tirar com a esquerda é intragável, não sei como agir com ele, talvez a melhor forma seja apenas já que não podemos com ele, juntar-se a ele. É melhor ter um inimigo declarado, do quê ter um inimigo se passando por amigo.
Talvez o certo a falar do TEMPO, é que ele é tudo e não é nada...
Que no fundo no fundo , ele não sabe nem que posição tomar, se é doce ou azêdo, amigo ou inimigo, aliado ou adversário.
A única forma de agir com o TEMPO é fazendo ele provar do seu próprio veneno: Dá TEMPO ao TEMPO!


O melhor rémedio, dá tempo ao tempo!

sábado, 18 de junho de 2011

Excesso de restrições me conduzem a crer que não posso te querer.

Ele não sabe nada sobre mim e o pouco que sei dele é pouco demais pra dizer que o conheço. Ele acha que me conhece, acha que sabe o que eu penso, mas no final das contas ele nem sabe o que fazer comigo.
Eu não tenho medo dele, só morro de medo de me apaixonar por ele, coisa que receio ter acontecido a tempos.
No ínicio era apenas uma graça, um olhar pidão aqui, um sorriso muleque ali, depois se tornou um desafio, um beijo no pescoço, um pedido de quero mais e mais nos olhos, a boca salivando de desejo e o corpo pedindo cheiro, beijo, colo. Depois virou o querer constante, veio a sede de estar perto, o encanto da convivência, os desentedimentos, as propostas e os acertos. A brincadeira de criança, o pique do esconde-esconde, de ninguém saber, do povo prever, das suspeitas e incertezas.
Veio também os palpites alheios, a intromissão, veio o meu "eu' menina e o orgulho que emana do meu lado mulher. Veio as desconfiança e o medo de um suposto arrependimento. Um arrependimento de se entregar tão rápido e de quase perder o juízo tentando descobrir o que é certo ou errado a se fazer.
É tanta gente falando, o povo se metendo, querendo manipular o sentimento de cada um de nós dois, que foi inevitável ir levando a vida, sem se preocupar com o que os outros falavam.
Não confio nele, mas gosto de estar perto, de sentir sua respiração, de olhar seus olhos muleques, de deixar ele sem graça, de tentar desvendar seus segredos, de perder o medo, enfim gosto dele.
Mas seria tão bom não gostar, bom mesmo será ele nunca saber o que sinto por ele. Eu, pelo menos não pretendo admitir caso ele me pergunte, de mim ele não vai ouvir.
Receio que assim também eu corra o risco de nunca saber se ele sente o mesmo por mim. É um risco que serei obrigada a correr, mas o medo de baixar a guarda é tanto que jogo tudo pro alto e fecho os olhos para o que sinto.
Não será útil perder minhas defesas, não sou de me entregar num jogo sem usar minhas armas para vencê-lo.
Gosto de ser eu mesma, mas as vezes sinto tanta vontade de ser mais corajosa e lutar por ele, por sei lá o quê, talvez lutar pra ele gostar de mim o mesmo tanto que eu gosto dele ( se for o caso dele não sentir nada ), ou apenas por manter o que ele já sente e a aumentar o que ele precisa sentir.
Mas não, sou tão segura de mim, que peco pelo excesso de restrições, de prisões que faço entorno de mim.
O bom então é deixar tudo como estar, ele lá e eu cá.
Ou por falta de coragem, ou por cuidados demais, não importa, apenas prefiro deixar a vida seguir seu curso, seja lá algo bom ou algo ruim.
Prefiro deixar tudo nas mãos do destino, cabe a ele escolher o melhor pra mim. Se ele vai gostar ou não de mim.


sexta-feira, 11 de março de 2011

A dor de te perder

Odeio sentir isso, odeio ter esses bolo na garganta, essa vontade de fugir no mundo, de não existir.
Não sei o que é pior, se é a falta de notícias dele, ou a distância cruel que causa toda a briga.
Eu o amo, e isso é óbvio, mais é tanta gente falando, é ele ocupado sempre.
Eu briguei com ele, e ele apenas não me disse nada, nem tentou se defender, apenas se calou, e me deixou pensar o que eu quisesse pensar, isso deu asas a minha imaginação pessimista.
Eu sinto falta dele, de saber dele todos as horas, de ter ele ali pertinho de mim, ainda que longe.
Não dá, eu até não sei o que escrever, o que dizer, o que fazer, tenho vontade apenas de pegar o primeiro avião e ir pra lá, bater na sua porta e gritar bem alto pra que todos ouçam que eu o amo, que ele já faz parte de mim, que dá doendo tanto ficar sem ele.
Eu não preciso provar mais nada, eu já fiz de tudo pra que ele saiba que eu o amo, tá eu sei, sou exigente, mas eu só quero vê-lo, ter ele um pouco pra mim, isso é ruim!? Eu sei que ele trabalha, que tem suas ocupações, não o condeno por isso, apenas sinto por não poder tá do lado dele, ajudando-o.
Talvez eu tenha sido muito rude com ele, mas ontem foi um dia de cão, e eu estava muito mal, o corpo doía, e a mente sufocava, e ele aqui não estava.
Aff, eu estou sentindo uma dor, que nem sei medir, eu quero sumir.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Se ele vinher e senão vinher...

Eu não sei o que me dá mais medo, se é saber que ele virá ou ouvir ele me dizer que não conseguiu vim. Eu estou anciosa para vê-lo, conto as horas, mas lá no fundo tenho medo dele não gostar tanto assim de mim quando me ver, tenho medo de não se apaixonar mais por mim, de ser como todos os outros que acaba desgostando de mim quando verdadeiramente passa a me conhecer, tenho medo de está sonhando acordada, mas cada vez que vejo ele dizer que me ama, que me quer perto dele, sinto a necessidade de correr esses riscos, enfrentar meus medos e grudar nele e nunca mais largar.
Mas por outro lado tenho tanto medo de ouvir ele dizer que não vem, que não pôde, que não conseguiu, que não teve como ser liberado do trabalho, que deixe pra próxima. Eu tenho medo de criar esperanças e de depois descobrir que ele não virá, não por que eu duvide que ele tente, é que eu imagino como é a vida dele, tipo, a vida dele sempre foi trabalho, e ele sempre se orgulhou disso, posso ver isso na sua forma de falar, não posso ficar entre ele e o trabalho dele, e se eu ficasse me sentiria terrível, um monstro. Eu não me permitiria isso.
Mas do que nunca, eu quero ele aqui perto de mim, mas não posso exigir isso dele. Ele me ama e eu sei disso, ainda que eu queira muito que ele esteja aqui em uma das datas mais importantes pra mim, não posso obrigá-lo a vim, tem muitas coisas em jogo, são muitos obstáculos pelos quais ele terá de passar, e eu não sei se ele poderá enfrentá-los, são coisas importantes demais pra ele, que eu não sei se vale apena ele largar só pra vim me ver. Só por um capricho meu.
Eu o amo e quero ele cada vez mais perto de mim, e por mais que me doa muito passar meu aniversário sozinha, eu irei entender se ele não vinher, e no fundo irei me acostumar, já que é de lei todo o ano eu passar sozinha mesmo, todos se esquecem, pelo menos vou saber que ele tentou e que ele não veio por que esqueceu, mas por que não deu.
Eu o amo e seria ótimo tê-lo aqui, seria a melhor coisa que já aconteceu numa data como essa, que marca a minha existência, mas se ele não vinher ainda saberei que ele me ama e que ele tentou, e que nada mudou no coração dele, que ele ainda me ama e vai sempre amar e que a palavra "sempre" é pouco para medir o tempo que ele ainda vai me amar, e eu a palavra "eterno" é banal pra ser considerada como palavra que exemplifica o tempo que vou amá-lo. E "infinito" é minúscula se for usada pra tentar medir o tempo que nosso amor vai existir.
Eu o quero aqui, tanto como ele me quer aí com ele, eu não consigo parar de pensar nele, sua voz, suas palavras, seu cheiro, seu gosto, seu toque, seu jeito, seus carinhos, enfim, nele. Ele, aquele homem tímido, que me chama de chefa, quando eu falo algo que pareça uma ordem. rsrsrs... E eu sempre dou ordens!
Tentarei não esperá-lo, mas acabarei esperando

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Será

Será

Renato Russo
Composição: Dado Villa Lobos/Renato Russo


Tire suas mãos de mim,


Eu não pertenço a você,


Não é me dominando assim,


Que você vai me entender,




Eu posso estar sozinho,


Mas eu sei muito bem aonde estou,


Você pode até duvidar


Acho que isso não é amor




Será só imaginação?


Será que nada vai acontecer?


Será que é tudo isso em vão?


Será que vamos conseguir vencer?




Nos perderemos entre monstros


Da nossa própria criação


Serão noites inteiras


Talvez por medo da escuridão




Ficaremos acordados


Imaginando alguma solução


Pra que esse nosso egoismo


Não destrua nosso coração



Será só imaginação?


Será que nada vai acontecer?


Será que é tudo isso em vão?


Será que vamos conseguir vencer?



Brigar pra que?


Se é sem querer


Quem é que vai, nos proteger?


Será que vamos ter que responder


Pelos erros a mais,


Eu e você?


Será que é só ilusãooooo? Ou nada vai realmente acontecer?

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Meu Jasper


Certa noite eu fiquei pensando como fazer para não me apaixonar por você. É que nesses poucos dias, pouco tempo de conversa, observei que me apeguei a você, como me vicio numa boa música.
Me tornei escrava da sua presença e dominada pela sua conversa, não que eu esteja apaixonada, nem que isso vá acontecer, é que me sinto bem falando com você.
Me vejo em outro ambiente, não quero transformar você em minha obsessão, mas você está sempre no meu pensamento e não me deixa dormir e isso não é bom.
Sinto saudade e falta quando não aparece.
Você me faz rir, também me irrita as vezes, é chato e bem bobo, mas gosto disso em  você.
Quando penso em você lembro logo do Jasper e consigo me livrar da imagem da Bella, é bem melhor ser Alice do que Bella, por que ter um Jasper como você tira do Edwuard todo o seu valor e importância.
Sim, eu me sinto Alice, prevendo os passos e as ações de alguns e ainda mais tendo você, meu Jasper, tentando acalmar meus ânimos.hihihihihi...
Bom, querido Jasper, você tem sido muito importante na minha recuperação e agradeço pela sua atenção.
Descobrir que será meio que impossível não me apaixonar por você e nem vou tentar evitar, vou deixar nas mãos do destino, que a responsabilidade seja dele, ele arque com essas questões de paixões.
Eu sendo Alice e você meu Jasper!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

O circo está pegando fogo!

Na minha casa, o circo está sempre pegando fogo. Sabe o que é pior, é sempre a platéia que acaba se queimando. Eu vejo sempre o palhaço enchendo o saco da trapezista e a platéia sem poder fazer nada e nem rir, na verdade nem tem graça.

Meu pai sempre dá uma de palhaço, achando tudo bom ou ruim, ele reclama disso e daquilo, ver defeito em tudo mas se for o que ele fizer, ninguém pode reclamar, minha mãe é sempre a trapezista ou o mágico, está sempre se esforçando, fazendo mágica, tirando coelho da cartola ou se equilibrando na corda bamba, tentando resolver e achar soluções para os problemas e nunca é entendida ou recompensada pelo palhaço.

Eu e os demais da casa somos a platéia, vemos tudo acontecer, temos o direito de rir ou não achar graça, como é o caso nessa situação, mas mesmo sem nos meter tão profundamente no espetáculo, acabamos sempre sobrando. Porque quando o circo pega fogo, a trapezista se cansa de ouvir as reclamações e ver as palhaçadas do palhaço, joga tudo para o alto e se seu papel no momento for o de mágico, ela larga a mágica e deixa o espetáculo por conta do palhaço, que não sabe fazer nada sozinho, mas não sabe valorizar a ajuda da sua companheira de palco. Aí a platéia fica a mercê de uma apresentação fria e morta.

Na verdade o que a platéia gosta é de um espetáculo rico, onde há união e respeito, não uma apresentação monótona, onde só há figurantes, uma apresentação unitária, em que há esforço só de um e nenhum enriquecimento de espírito. A platéia quer rir e se emocionar, aproveitar o momento, se divertir, se sentir numa família, que tudo é para o bem de todos, quero ver prazer nos olhos da trapezista e ver graça no sorriso do palhaço e descobrir que na verdade esse circo não é só um palco e sim uma família, um lar.

Não quero me queimar, nem quero que meus acompanhantes de platéia se queimem. Quero me sentar e ver as coisas acontecerem, ver ação, diversão e contribuir com minha parte, a de aplaudi e pedi bis. Preciso que o circo se mantenha de pé. Quero chegar ao circo e ver graça no palhaço, ver a emoção da trapezista e ter a plena certeza que ali estou segura, que não sairei ferida, nem queimada, quero sair intacta.