Um Blog Onde As Pessoas Podem Conhecer o Imaginário e o Real de Larissa e Suas Histórias !!!!!
Seja bem vindo!!!!!!!
Olá, que bom que apareceu, espero que goste desse blog e fique de vez!!!!!!!
"É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem saber ver."
(Bob Marley)
" É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada." (William Shakespeare)
"É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem saber ver."
" É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada."
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domingo, 21 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
O Que é O Que é?
O Que é O Que é?
Sorriso Maroto
O que é, o que é?
É abrigo, é abandono
Faz dormir, mas tira o sono
É tão manso e tão voraz
Causa guerra e sela a paz
É prisão, é liberdade
É romance, é amizade
É encontro, é despedida
A missão maior da vida
O que é, o que é?
Doce, às vezes tão amargo
Moderado, exagerado
É estranho e tão normal
Leve brisa ou vendaval
É deserto, é um oasis
Um dom de fazer milagres
Faz cair e levantar
Faz sorrir e faz chorar
Na mesma medida pra homem ou mulher
Pra quem acredita e pra quem não tem fé
Quem vai ser feliz sem um dia provar
A emoção que é amar
O amor é a resposta
É entrega, é aposta
Pode ser rico ou pobre
Um plebeu, ou um nobre
É razão, é loucura
É doença, é a cura
Seja lá onde for
Na alegria, ou na dor
Sorriso Maroto
O que é, o que é?
É abrigo, é abandono
Faz dormir, mas tira o sono
É tão manso e tão voraz
Causa guerra e sela a paz
É prisão, é liberdade
É romance, é amizade
É encontro, é despedida
A missão maior da vida
O que é, o que é?
Doce, às vezes tão amargo
Moderado, exagerado
É estranho e tão normal
Leve brisa ou vendaval
É deserto, é um oasis
Um dom de fazer milagres
Faz cair e levantar
Faz sorrir e faz chorar
Na mesma medida pra homem ou mulher
Pra quem acredita e pra quem não tem fé
Quem vai ser feliz sem um dia provar
A emoção que é amar
O amor é a resposta
É entrega, é aposta
Pode ser rico ou pobre
Um plebeu, ou um nobre
É razão, é loucura
É doença, é a cura
Seja lá onde for
Na alegria, ou na dor
O que vale é o amor
A Borboleta e a Flor
Mas Deus lhe deu um cacto... e uma lagarta.
O homem ficou triste pois não entendeu o porque do seu pedido vir errado.
Daí pensou : Também, com tanta gente para atender... E resolveu não questionar.
Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixara esquecido.
Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores.
E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta.
Deus sempre age certo.
O Seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos pareça estar dando tudo errado.
Se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, confie.
Tenha a certeza de que Ele sempre dá o que você precisa, no momento certo.
Nem sempre o que você deseja... é o que você precisa.
Como Ele nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou duvidar.
O espinho de hoje... será a flor de amanhã !
sábado, 6 de agosto de 2011
♫ Quando Assim ♪
Quando Assim
Núria Mallena
Quando eu era espera,
Nada era, nem chovia, nem fazia;
Só senti que a calma, não acalma
Quando só há solidão.
Quando eu era estrela
Era inteira na mentira que eu dizia
Ser o que não era,
Convencia, dentro da minha ilusão
Quando eu fui nada,
Faltou nada, tudo pronto pra escrever
Eu não sabia buscar,
Foi quando apareceu,
O que eu quis inventar,
Pra preencher o meu mundo particular,
No peito que era seu
No seu mundo não há
Mais nada que não eu,
Já sei dizer que o amor pode acordar.
Eu não sabia buscar,
Foi quando apareceu,
O que eu quis inventar,
Pra preencher o meu mundo particular,
No peito que era seuNo seu mundo não há
Mais nada que não eu,
Já sei dizer que o amor pode acordar.OBS: Música dedicada a meu grande amigo Liniker.
-Pensou que eu ia esquecer de você, ou pensou que eu não teria coragem de postar? Pois bem,tanto a primeira quanto a segunda opção estão erradas, eu jamais esqueceria de você e sou mulher o suficiente pra fazer o que me dê na telha a hora que achar que devo, então está aqui a música, a música que adoro ouvir e que é bem a sua cara, sei lá por quê, só sei que me lembra você, e é bem do jeitinho que deveria ser. Bjos pivete, bye bye gúri!! ♥♥♥
domingo, 31 de julho de 2011
TEMPO, amigo ou inimigo?
O TEMPO tem sido meu melhor amigo e meu pior inimigo...
É tão irônico os caminhos sugeridos pelo destino, tão surreal e indiscutível, que até eu mesma, que quero resposta pra tudo, resoslvi não questionar dessa vez.
Meus objetivos e planos tem estado tão distantes dos meus olhos, que até a mente cansou de pensar no assunto.
O TEMPO tem sido muito útil nas questões do coração, nas dores causadas pela falta de amor, pelos momentos que jurei ser os mais felizes de minha vida, e quando me dei conta, haviam se tornado em um dos mais tristes e infelizes momentos de uma vida. Foi o TEMPO, o responsável pela sicatrização mais rápida das feridas, é óbvio que o TEMPO não apaga sicatrizes, ele não é responsável por apagar marcas, mas ele ajuda bastante a esconde-lás.
Ele faz parar de doer, de sangrar, de derramar lágrimas, acrescenta folhas novas nos livros já terminados, folhas em branco e põem em nossas mãos uma caneta com tinta de ouro para que assim nunca se apague as palavras escritas, assim iniciando um novo capítulo.
Mas mesmo com tantos benefícios, o TEMPO também consegue ser traídor, sorrateiro, rouba de nós os anos, faz a vida passar rápido, nós faz adquirir rugas, dores fisícas, mental, nós deixa confusos e inseguros, arrasta com ele sonhos, planos, tira de nós o gosto da expectativa e nos obriga a deixar de lado desejos e objetivos que um dia tivemos.
Rouba sorrisos, amores, vidas, rouba tanto, que já não sei se os benefícios que ele nos oferecem vale lá tanto apena que mereça passar por tantos obstáculos, não sei se vale apena abrir mão de tanto por tão pouco.
Verdade seja dita, quando estamos em desespero, quando queremos que tudo se resolva depressa, a primeira vontade que nos dá é de gritar pelo TEMPO, gritar para que ele passe rápido e que tudo se resolva logo, mais também quando estamos curtindo o momento, tendo graça na vida, queremos cutivar o momento, aí vem o TEMPO, com seu lado cruel e desumano, voando e levando com ele tudo de bom que estamos vivendo, que a nossa única solução é choramingar ao pé do TEMPO suplicando para que ele não passe, que nós dê um pouco mais de TEMPO.
É nessa hora que percebemos que o amigo se tornou inimigo ao mesmo TEMPO que o inimigo se tornou amigo, ele é meu aliado mas ao mesmo TEMPO meu adversário.
Não sei viver com o TEMPO, aprendi apenas a conviver, conviver com seus surtos de humor, com sua dupla personalidade e com sua mania incontrolável de dá e tirar ao mesmo TEMPO.
Talvez o TEMPO tenha duas caras, ou seja bipolar ( tá aí, deve ser isso, como a moda agora é tudo ser bipolar, o TEMPO deve ser um dos principais afetados por essa doença!), é a única resposta pra ele ser tão inconstante assim.
Essa obsessão por dá com a direita e tirar com a esquerda é intragável, não sei como agir com ele, talvez a melhor forma seja apenas já que não podemos com ele, juntar-se a ele. É melhor ter um inimigo declarado, do quê ter um inimigo se passando por amigo.
Talvez o certo a falar do TEMPO, é que ele é tudo e não é nada...
Que no fundo no fundo , ele não sabe nem que posição tomar, se é doce ou azêdo, amigo ou inimigo, aliado ou adversário.
A única forma de agir com o TEMPO é fazendo ele provar do seu próprio veneno: Dá TEMPO ao TEMPO!
![]() |
| O melhor rémedio, dá tempo ao tempo! |
sábado, 9 de julho de 2011
Centro das atenções
Não dá pra dizer que tem sido fácil eu sorrir, não dá pra dizer que tem sido fácil ter tantas alternativas pra escolher.
Sabe, fico pensando nas coisas que tentei considerar fácil...
Naquele sorriso que eu sabia que não tinha como manter mas fui forçada a segurar por mais tempo do que eu podia suportar.
Daquele choro que eu tinha que conter só pra não transparecer.
Naquele beijo que eu sabia que não podia dá, mas foi mais forte que eu, e pronto fui lá e dei...
Naquela frase que eu sabia que não podia ter dito, mas por uma mania incontrolável de falar o que penso, fui lá e falei...
Naquele olhar que eu não podia ter dado, só por que no final eu sabia que ele ia render histórias.
São tantas coisas bestas e simples que a gente considera fácil não fazer, mas é tão mais forte que nós, que as coisas saem do nosso controle, e nós ficamos lá, inventando desculpas pra fugir do maldito problema que causou.
Eu sinto saudade do tempo que eu não tinha que me reprimir, nunca gostei de nada fácil, mas a forma como tem sido difícil evitar as coisas é tão constrangedor pra mim, considero absurdo pedi pra que fique mais difícil.
Descobrir por acaso que ter tantos homens aos meus pés é tão chato, principalmente quando nenhum deles é o que eu realmente quero, ficar ouvindo eles dizerem que estão apaixonados por mim é tão deprimente, é como se eu fosse obrigada a aceitar suas côrtes só pra não magoá-los, antes eu achava bom ser o centro das atenções, mas agora que tudo saiu do meu controle, não sei o que fazer, é irritante ver os caras se matando pra tentar me agradar.
Não quero ter tanta gente querendo desvendar meu mundo, meu infinito particular, quero apenas ficar na minha, ser só eu, já que não posso ter quem eu quero, quero me contentar em ter a mim mesma, mas não, vem um bando de carinhas legais, gente boa, que eu ficaria muito feliz em ter como amigos, fazendo declarações de amor, querendo ainda que eu concorde em ter eles como meus namorados, não quero namorar, não agora, eu quero sim, um dia, mais não agora, não sem eu ter vontade.
Excesso de atenção me deixa sufocada, estou sendo pressionada por ser o centro das atenções, isso é ruim, isso é cruel, eu quero atenção, mas não do jeito que estou tendo, poxa é tão chato ter tantas alternativas, tantas escolhas a fazer, por que eu gosto tanto deles, do jeito que falam, cuidam, me tratam, gosto de ser olhada, de me sentir querida, bem, bonita, mas odeio me sentir obrigada a escolher amigos como namorados.
Preciso de espaço, preciso de liberdade, e não de escolha, preciso de ar, de tempo, de oportunidade de cuidar de mim e só de mim, de me ver no espelho e ver que eu tô bem, mesmo com uma cara de sono retada, preciso me sentir segura, me sentir eu mesma.
Sinto dizer isso, mais não quero mais atenção!!
Parem de me dá tanta atenção!!
Sabe, fico pensando nas coisas que tentei considerar fácil...
Naquele sorriso que eu sabia que não tinha como manter mas fui forçada a segurar por mais tempo do que eu podia suportar.
Daquele choro que eu tinha que conter só pra não transparecer.
Naquele beijo que eu sabia que não podia dá, mas foi mais forte que eu, e pronto fui lá e dei...
Naquela frase que eu sabia que não podia ter dito, mas por uma mania incontrolável de falar o que penso, fui lá e falei...
Naquele olhar que eu não podia ter dado, só por que no final eu sabia que ele ia render histórias.
São tantas coisas bestas e simples que a gente considera fácil não fazer, mas é tão mais forte que nós, que as coisas saem do nosso controle, e nós ficamos lá, inventando desculpas pra fugir do maldito problema que causou.
Eu sinto saudade do tempo que eu não tinha que me reprimir, nunca gostei de nada fácil, mas a forma como tem sido difícil evitar as coisas é tão constrangedor pra mim, considero absurdo pedi pra que fique mais difícil.
Descobrir por acaso que ter tantos homens aos meus pés é tão chato, principalmente quando nenhum deles é o que eu realmente quero, ficar ouvindo eles dizerem que estão apaixonados por mim é tão deprimente, é como se eu fosse obrigada a aceitar suas côrtes só pra não magoá-los, antes eu achava bom ser o centro das atenções, mas agora que tudo saiu do meu controle, não sei o que fazer, é irritante ver os caras se matando pra tentar me agradar.
Não quero ter tanta gente querendo desvendar meu mundo, meu infinito particular, quero apenas ficar na minha, ser só eu, já que não posso ter quem eu quero, quero me contentar em ter a mim mesma, mas não, vem um bando de carinhas legais, gente boa, que eu ficaria muito feliz em ter como amigos, fazendo declarações de amor, querendo ainda que eu concorde em ter eles como meus namorados, não quero namorar, não agora, eu quero sim, um dia, mais não agora, não sem eu ter vontade.
Excesso de atenção me deixa sufocada, estou sendo pressionada por ser o centro das atenções, isso é ruim, isso é cruel, eu quero atenção, mas não do jeito que estou tendo, poxa é tão chato ter tantas alternativas, tantas escolhas a fazer, por que eu gosto tanto deles, do jeito que falam, cuidam, me tratam, gosto de ser olhada, de me sentir querida, bem, bonita, mas odeio me sentir obrigada a escolher amigos como namorados.
Preciso de espaço, preciso de liberdade, e não de escolha, preciso de ar, de tempo, de oportunidade de cuidar de mim e só de mim, de me ver no espelho e ver que eu tô bem, mesmo com uma cara de sono retada, preciso me sentir segura, me sentir eu mesma.
Sinto dizer isso, mais não quero mais atenção!!
Parem de me dá tanta atenção!!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Quero sim!!!
Quero Sim
Paula Fernandes
Composição : Paula Fernandes
Eu tô com saudades
Da nossa amizade
Do tempo em que a gente
Amava se ver
Eu não sou palavra
Eu não sou poema
Sou humana pequena
A se arrepender
Às vezes sou dia
Às vezes sou nada
Hoje lágrima caída
Choro pela madrugada
Às vezes sou fada
Às vezes faísca
Tô ligada na tomada
Numa noite mal dormida
Se o teu amor for frágil e não resistir
E essa mágoa então ficar eternamente aqui
Estou de volta a imensidão de um mar
Que é feito de silêncio
Se os teus olhos não refletem mais o nosso amor
E a saudade me seguir pra sempre aonde eu for
Fica claro que tentei lutar por esse sentimento
Diga sim ouça o som
Prove o sabor que tem o meu amor
Cola em mim a tua cor
Eu te quero sim, sem dor
Diga sim...
Marcadores:
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tudo,
verdade,
vida
O tempo tem levado meus bons momentos
Estou com saudades da nossa amizade, do tempo em que falava bobagem na escadaria da bíblioteca, de ouvir seus resmungos quando eu brigava com você, de te fazer rir com qualquer besteira, de andar de mãos dadas pelo colégio, pelos altos e baixos que passamos juntos, enfim, por tudo, tudo que me fez bem e tudo que também considerávamos ruim.
Tenho tanta saudade, que já não sei se é possível medir ou explicar, foram 4 anos de muita vida, de vida que não volta atrás, de coisas que fizeram a gente perder o juízo e recuperar assim sem muita desculpa, talvez isso seja uma característica nossa, voltar do zero sem muitas explicações, sem desculpas, era a coisa mais louca, brigar e do nada voltar a se falar como se nada tivesse acontecido, erramos tão meninos, tão bobos.
Imagina só que passámos anos nos amando sem coragem de tomar uma iniciativa definitiva, mesmo eu que sempre fui tão determinada, nunca fui além de provocações, e você nunca teve coragem suficiente pra dizer o que verdadeiramente queria, era algo muito além da admiração, do carinho e da compreensão.
Recordo-me das letras de músicas que você lia pra mim, de algumas que cantava ao meu pé de ouvido, das pitadas de ciúmes que sentia dos meus namorados e eu das suas amigas mais íntimas além de mim, sempre fui claustrofóbica de ciúmes, era algo fora do meu controle. Que tempo bom!
Sinto falta das conversas, de chorar centenas de vezes em seu ombro, de repetir milhares de vezes que te amava, de dizer ao mundo que gostava de você, de querer estar ao seu lado mais do quê ao lado de qualquer outro, de não me cansar de ouvir seu NÃOS, de ser sempre eu mesma ao seu lado, das loucuras que fazíamos juntos e de todas as outras que metíamos outras pessoas, mas as mais legais eram as que eram só nós, os segredos que nós dois juramos guardar pro resto da nossa vida, que prometemos ficar só entre nós, mas que bastou encontrarmos nossos melhores amigos (estilo Sr Araújo e Sra Dessa) pra contarmos tudo, só a gente mesmo, era tão cômico a forma que fazíamos loucuras, que até me fascina!
Hoje, é tão triste ter histórias pra contar e não ter você aqui pra rir ou chorar comigo, ou ao menos pra fazer sala, dá colo, foi mais triste ainda saber que você anda fazendo pão, bolo e eu não pude provar um só pedaço, assim como você fazia com minhas tentativas frustantes de fazer bolo (que você jurava está bom, só por quê você sempre adorou bolo solado, rsrsrs..., só você mesmo!) .
Até de te querer eu sinto falta, de querer bem, de está perto, do som da voz, de você ser meu sol, minha luz, de ser o nerd, de ver você levar ferro nas provas de física e eu passar, só por que eram alternativas de assinalar e não de calcular como você sempre preferiu.
De fazer descobertas simples, tipo aquela frase tosca de "levar um tapa sem mão" que um colega nosso falou e não levamos fé que o ditado existia, só por que o bendito colega era tão louco que nada fazia a gente acreditar que o termo tapa sem mão existia mesmo.
Bom, talvez eu não só sinta falta de você, mais sinta falta da pessoa que eu era com você, meio maluca, meio ingênua, meio menina, meio mulher, de querer provar aquela sensação com a bala ICEKISS (rsrsrs... acabei de te deixar sem graça!) . Olho as nossas fotos, e não consigo evitar as lágrimas de rolarem pelo rosto, elas são frescas e trazem em cada gota um gosto caracterizado da suadade, da sua imagem, do seu toque, do seu abraço, do seu colo.
As vezes leio seus textos, que eu sei que não tem nada haver comigo, mas me faz lembra você, seu jeito de falar comigo, sua forma de manipular as palavras, seu jeito meio egocêntrico, de as vezes temer demais pelo que os outros vão pensar de você se você fizer isso ou aquilo, seu perfeccionismo, seu lado arrogante e as vezes bruto, e fico imaginando por que deixei você escapar de meus dedos como quiabo que escorrega quando cortado, não dá pra entender como a distância tem me feito sonhar acordada com aqueles bons tempos que eu seu que não voltam atrás.
O tempo tem levado de mim nossos bons momentos, o que resta é a pura e sublime lembrança de ter estado ao teu lado nos bons e maus momentos da minha vida, é óbvio que teve outras pessoas importantes, como Sr Araújo, Mademoiselle, Sra Dessa e demais personagens bastantes significantes, de qual não estou tirando o mérito, nem seria justo fazer isso, mas a questão que o nosso caso, seja lá de amor ou de amizade, ou amoroso, ou fraterno, não me importa e pouco importaria a qualquer um, foi um caso, e um baita caso, que me doí não existir mais, que me faz rever meus conceitos sobre a vida e os bons amigos.
Na verdade eu estou escrevendo esse texto sei lá por que, talvez por que a saudade esteja demais, por que ela me sufoque de tal forma que a única e saciável solução tenha sido escrever, eu sei que não irá conter, sei que muitas águas ainda irão rolar e que essa saudade ainda vai aumentar, mas eu precisava tentar libertar a saudade, talvez também seja por que eu precise dizer em público o quanto você é importante pra mim, o quanto te amo, o quanto me sinto bem ao seu lado, eu sei que você lerá isso, sei que morrerá de vergonha por eu ter exposto pra o mundo a saudade que sinto de você, sei também que você pode me considerar dramatica, que pode ficar com raiva e nem falar mais comigo, mas isso era algo que sentir vontade de fazer e me perdoe se puder e quiser mas não me arrependo de nenhuma palavra, nenhuma frase, nenhum sentimento expressado aqui e de nada que vivi.
Bom, tenho de terminar e a melhor forma de terminar é agradecendo, então te agradeço por tudo, por existir, por ter feito e continuar fazendo parte de mim, você estará sempre aqui, bem pertinho do peito.
Obs: Dedico esse texto a Levi Ventura
Tenho tanta saudade, que já não sei se é possível medir ou explicar, foram 4 anos de muita vida, de vida que não volta atrás, de coisas que fizeram a gente perder o juízo e recuperar assim sem muita desculpa, talvez isso seja uma característica nossa, voltar do zero sem muitas explicações, sem desculpas, era a coisa mais louca, brigar e do nada voltar a se falar como se nada tivesse acontecido, erramos tão meninos, tão bobos.
Imagina só que passámos anos nos amando sem coragem de tomar uma iniciativa definitiva, mesmo eu que sempre fui tão determinada, nunca fui além de provocações, e você nunca teve coragem suficiente pra dizer o que verdadeiramente queria, era algo muito além da admiração, do carinho e da compreensão.
Recordo-me das letras de músicas que você lia pra mim, de algumas que cantava ao meu pé de ouvido, das pitadas de ciúmes que sentia dos meus namorados e eu das suas amigas mais íntimas além de mim, sempre fui claustrofóbica de ciúmes, era algo fora do meu controle. Que tempo bom!
Sinto falta das conversas, de chorar centenas de vezes em seu ombro, de repetir milhares de vezes que te amava, de dizer ao mundo que gostava de você, de querer estar ao seu lado mais do quê ao lado de qualquer outro, de não me cansar de ouvir seu NÃOS, de ser sempre eu mesma ao seu lado, das loucuras que fazíamos juntos e de todas as outras que metíamos outras pessoas, mas as mais legais eram as que eram só nós, os segredos que nós dois juramos guardar pro resto da nossa vida, que prometemos ficar só entre nós, mas que bastou encontrarmos nossos melhores amigos (estilo Sr Araújo e Sra Dessa) pra contarmos tudo, só a gente mesmo, era tão cômico a forma que fazíamos loucuras, que até me fascina!
Hoje, é tão triste ter histórias pra contar e não ter você aqui pra rir ou chorar comigo, ou ao menos pra fazer sala, dá colo, foi mais triste ainda saber que você anda fazendo pão, bolo e eu não pude provar um só pedaço, assim como você fazia com minhas tentativas frustantes de fazer bolo (que você jurava está bom, só por quê você sempre adorou bolo solado, rsrsrs..., só você mesmo!) .
Até de te querer eu sinto falta, de querer bem, de está perto, do som da voz, de você ser meu sol, minha luz, de ser o nerd, de ver você levar ferro nas provas de física e eu passar, só por que eram alternativas de assinalar e não de calcular como você sempre preferiu.
De fazer descobertas simples, tipo aquela frase tosca de "levar um tapa sem mão" que um colega nosso falou e não levamos fé que o ditado existia, só por que o bendito colega era tão louco que nada fazia a gente acreditar que o termo tapa sem mão existia mesmo.
Bom, talvez eu não só sinta falta de você, mais sinta falta da pessoa que eu era com você, meio maluca, meio ingênua, meio menina, meio mulher, de querer provar aquela sensação com a bala ICEKISS (rsrsrs... acabei de te deixar sem graça!) . Olho as nossas fotos, e não consigo evitar as lágrimas de rolarem pelo rosto, elas são frescas e trazem em cada gota um gosto caracterizado da suadade, da sua imagem, do seu toque, do seu abraço, do seu colo.
As vezes leio seus textos, que eu sei que não tem nada haver comigo, mas me faz lembra você, seu jeito de falar comigo, sua forma de manipular as palavras, seu jeito meio egocêntrico, de as vezes temer demais pelo que os outros vão pensar de você se você fizer isso ou aquilo, seu perfeccionismo, seu lado arrogante e as vezes bruto, e fico imaginando por que deixei você escapar de meus dedos como quiabo que escorrega quando cortado, não dá pra entender como a distância tem me feito sonhar acordada com aqueles bons tempos que eu seu que não voltam atrás.
O tempo tem levado de mim nossos bons momentos, o que resta é a pura e sublime lembrança de ter estado ao teu lado nos bons e maus momentos da minha vida, é óbvio que teve outras pessoas importantes, como Sr Araújo, Mademoiselle, Sra Dessa e demais personagens bastantes significantes, de qual não estou tirando o mérito, nem seria justo fazer isso, mas a questão que o nosso caso, seja lá de amor ou de amizade, ou amoroso, ou fraterno, não me importa e pouco importaria a qualquer um, foi um caso, e um baita caso, que me doí não existir mais, que me faz rever meus conceitos sobre a vida e os bons amigos.
Na verdade eu estou escrevendo esse texto sei lá por que, talvez por que a saudade esteja demais, por que ela me sufoque de tal forma que a única e saciável solução tenha sido escrever, eu sei que não irá conter, sei que muitas águas ainda irão rolar e que essa saudade ainda vai aumentar, mas eu precisava tentar libertar a saudade, talvez também seja por que eu precise dizer em público o quanto você é importante pra mim, o quanto te amo, o quanto me sinto bem ao seu lado, eu sei que você lerá isso, sei que morrerá de vergonha por eu ter exposto pra o mundo a saudade que sinto de você, sei também que você pode me considerar dramatica, que pode ficar com raiva e nem falar mais comigo, mas isso era algo que sentir vontade de fazer e me perdoe se puder e quiser mas não me arrependo de nenhuma palavra, nenhuma frase, nenhum sentimento expressado aqui e de nada que vivi.
Bom, tenho de terminar e a melhor forma de terminar é agradecendo, então te agradeço por tudo, por existir, por ter feito e continuar fazendo parte de mim, você estará sempre aqui, bem pertinho do peito.
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sábado, 18 de junho de 2011
Excesso de restrições me conduzem a crer que não posso te querer.
Ele não sabe nada sobre mim e o pouco que sei dele é pouco demais pra dizer que o conheço. Ele acha que me conhece, acha que sabe o que eu penso, mas no final das contas ele nem sabe o que fazer comigo.
Eu não tenho medo dele, só morro de medo de me apaixonar por ele, coisa que receio ter acontecido a tempos.
No ínicio era apenas uma graça, um olhar pidão aqui, um sorriso muleque ali, depois se tornou um desafio, um beijo no pescoço, um pedido de quero mais e mais nos olhos, a boca salivando de desejo e o corpo pedindo cheiro, beijo, colo. Depois virou o querer constante, veio a sede de estar perto, o encanto da convivência, os desentedimentos, as propostas e os acertos. A brincadeira de criança, o pique do esconde-esconde, de ninguém saber, do povo prever, das suspeitas e incertezas.
Veio também os palpites alheios, a intromissão, veio o meu "eu' menina e o orgulho que emana do meu lado mulher. Veio as desconfiança e o medo de um suposto arrependimento. Um arrependimento de se entregar tão rápido e de quase perder o juízo tentando descobrir o que é certo ou errado a se fazer.
É tanta gente falando, o povo se metendo, querendo manipular o sentimento de cada um de nós dois, que foi inevitável ir levando a vida, sem se preocupar com o que os outros falavam.
Não confio nele, mas gosto de estar perto, de sentir sua respiração, de olhar seus olhos muleques, de deixar ele sem graça, de tentar desvendar seus segredos, de perder o medo, enfim gosto dele.
Mas seria tão bom não gostar, bom mesmo será ele nunca saber o que sinto por ele. Eu, pelo menos não pretendo admitir caso ele me pergunte, de mim ele não vai ouvir.
Receio que assim também eu corra o risco de nunca saber se ele sente o mesmo por mim. É um risco que serei obrigada a correr, mas o medo de baixar a guarda é tanto que jogo tudo pro alto e fecho os olhos para o que sinto.
Não será útil perder minhas defesas, não sou de me entregar num jogo sem usar minhas armas para vencê-lo.
Gosto de ser eu mesma, mas as vezes sinto tanta vontade de ser mais corajosa e lutar por ele, por sei lá o quê, talvez lutar pra ele gostar de mim o mesmo tanto que eu gosto dele ( se for o caso dele não sentir nada ), ou apenas por manter o que ele já sente e a aumentar o que ele precisa sentir.
Mas não, sou tão segura de mim, que peco pelo excesso de restrições, de prisões que faço entorno de mim.
O bom então é deixar tudo como estar, ele lá e eu cá.
Ou por falta de coragem, ou por cuidados demais, não importa, apenas prefiro deixar a vida seguir seu curso, seja lá algo bom ou algo ruim.
Prefiro deixar tudo nas mãos do destino, cabe a ele escolher o melhor pra mim. Se ele vai gostar ou não de mim.
Eu não tenho medo dele, só morro de medo de me apaixonar por ele, coisa que receio ter acontecido a tempos.
No ínicio era apenas uma graça, um olhar pidão aqui, um sorriso muleque ali, depois se tornou um desafio, um beijo no pescoço, um pedido de quero mais e mais nos olhos, a boca salivando de desejo e o corpo pedindo cheiro, beijo, colo. Depois virou o querer constante, veio a sede de estar perto, o encanto da convivência, os desentedimentos, as propostas e os acertos. A brincadeira de criança, o pique do esconde-esconde, de ninguém saber, do povo prever, das suspeitas e incertezas.
Veio também os palpites alheios, a intromissão, veio o meu "eu' menina e o orgulho que emana do meu lado mulher. Veio as desconfiança e o medo de um suposto arrependimento. Um arrependimento de se entregar tão rápido e de quase perder o juízo tentando descobrir o que é certo ou errado a se fazer.
É tanta gente falando, o povo se metendo, querendo manipular o sentimento de cada um de nós dois, que foi inevitável ir levando a vida, sem se preocupar com o que os outros falavam.
Não confio nele, mas gosto de estar perto, de sentir sua respiração, de olhar seus olhos muleques, de deixar ele sem graça, de tentar desvendar seus segredos, de perder o medo, enfim gosto dele.
Mas seria tão bom não gostar, bom mesmo será ele nunca saber o que sinto por ele. Eu, pelo menos não pretendo admitir caso ele me pergunte, de mim ele não vai ouvir.
Receio que assim também eu corra o risco de nunca saber se ele sente o mesmo por mim. É um risco que serei obrigada a correr, mas o medo de baixar a guarda é tanto que jogo tudo pro alto e fecho os olhos para o que sinto.
Não será útil perder minhas defesas, não sou de me entregar num jogo sem usar minhas armas para vencê-lo.
Gosto de ser eu mesma, mas as vezes sinto tanta vontade de ser mais corajosa e lutar por ele, por sei lá o quê, talvez lutar pra ele gostar de mim o mesmo tanto que eu gosto dele ( se for o caso dele não sentir nada ), ou apenas por manter o que ele já sente e a aumentar o que ele precisa sentir.
Mas não, sou tão segura de mim, que peco pelo excesso de restrições, de prisões que faço entorno de mim.
O bom então é deixar tudo como estar, ele lá e eu cá.
Ou por falta de coragem, ou por cuidados demais, não importa, apenas prefiro deixar a vida seguir seu curso, seja lá algo bom ou algo ruim.
Prefiro deixar tudo nas mãos do destino, cabe a ele escolher o melhor pra mim. Se ele vai gostar ou não de mim.
sábado, 30 de abril de 2011
A falta manipula uma alma e fere um espírito
A dor me levou aonde eu estou, me levou a ver a vida de outro ângulo.
Eu não custumo me arrepender das coisas que faço e também faço tudo pra não me arrepender daquilo que não fiz.
Subestimei meus limites e fui em frente em algo que sabia que poderia ser doloroso, mas nem olhei pros lados, enfrentei o novo e encarei a realidade, fiz o que achei que devia sem ao menos imaginar as consequências.
Ao abrir os olhos eu estava lá, vivendo uma vida que não era minha, andando num carro que não era meu, tendo desejos que não me pertencia.
Eu me sentir culpada, quis fugir, tentei esconder, mas não foi o suficiente, eu já estava presa na teias dessa vida. Já fazia de conta que eu pertencia aquele mundo, como diz o ditado ”se não pode com ele, junte-se a ele”, e foi exatamente o que eu fiz, me juntei aos desejos e aos medos e transformei a sede de respostas num saciar de perguntas e hoje estou aqui, justamente numa vida que não é minha.
Antes eu sentia falta, hoje a falta me sente, antes eu que esperava, questionava, hoje sou esperada e a cada dia mais um questionamento que eu não sei como responder, as coisas foram saindo do meu controle, o que era rotina tomou novos rumos e hoje sou eu que dou desculpas, sem nenhuma vontade de saber as dos outros, hoje eu tenho meus próprios motivos, minhas próprias desculpas, minhas próprias respostas, respostas essas que eu tenho que saber responder, e que por mais irônico que seja eu não tenho como responder.
Nos primeiros momentos tive recaídas, pensei que não ia conseguir, desafiei a força dos meus limites, mas hoje que já passei por tudo isso, que vi o que sentia se desmanchar como pó, não vejo motivo pra lutar, receio que seja em vão explicar agora, mais não me custa nada apenas desabafar.
Tudo começou exatamente com aquela severa frase idiota que ele me disse, aparti daí tudo mudou, por mais que eu agisse da mesma forma, por mais que eu quisesse que tudo fosse como antes, eu sabia que não seria, eu me conhecia e pior eu conhecia ele, eu não podia ser a mesma com ele, não tinha mais clima, bom como eu disse anteriormente tudo foi saindo do meu controle e quando eu vi eu já não estava mais presa a ele.
As palavras dele me fizeram pensar, martelaram na minha cabeça, até eu finalmente perceber que já não havia mais cadeias, mais laços, mais alianças, eu estava livre e foi justamente ele que me libertou, não era o que eu queria, não precisava disso e doeu muito a noção que tive ao notar que eu já não era mais dele e ele já não era mais meu, ele podia me dizer o que quisesse, por mais que eu o amasse, que o sentimento ainda palpitasse dentro de mim, não havia compromisso, não havia regras e não havia nada pelo que lutar, ele até tentou explicar, consertar as coisas, ajeitar como diria o próprio, mas não ajudou em nada, eu sempre tive minha cabeça formada e sempre acreditei que palavra dita não se muda com desculpas, ofensas feitas não se recupera com frases prontas, é bem lógico, ele havia criado uma ferida e essa ferida não iria sicatrizar com o arrependimento dele, eu até queria que fosse fácil assim, mas a burrada já estava feita e por mais que eu quisesse eu não tinha como consertar, nunca fiz medicina ou coisa parecida, eu não era especializada em curas, apenas sabia conviver com as feridas e não sicatrizar-las.
Ele não fazia idéia do que eu sentia e eu não diria, assim como não disse, sufoquei a dor sendo o mais apaixonada possível, demonstrando todo o amor que eu sentia, colocando pra fora tudo que devia, pelo menos era o que me cabia fazer, antes que tudo aquilo me sufocasse.
Eu havia perdido a confiança nele, havia destruido os laços, havia criado minhas próprias conclusões e não havia como mudá-las, ele sabia que seria assim, ele só não imaginava que acontecesse tão rápido, assim como eu, mas aconteceu, eu perdi o respeito, o carinho e o compromisso que regia o nosso amor.
Eu continuava amando-o, querendo-o, desejando-o bem, mas já não era como antes, eu olhava pra ele agora como um amigo que eu amo, zelo, cuido, quero bem, e desejo-lhe felicidades, mas nunca como o meu namorado, como o homem que eu pensei em ter uma vida, como eu disse tudo havia mudado, e ele já previa.
A minha ausência, a minha falta de notícias, eu realmente comecei a ficar mais ocupada, a não ter tempo nem ao menos pra respirar, eu já não tentava mais lutar pra vê-lo, já não tinha motivo pra quere-lo como antes, então eu simplesmente deixei a vida me levar, já que eu não podia levá-la eu fui com ela, deixando ela me levar, e ele notou bem isso, a minha distância, a minha ausência declarada era bem aparente.Eu continuava amando-o, querendo-o, desejando-o bem, mas já não era como antes, eu olhava pra ele agora como um amigo que eu amo, zelo, cuido, quero bem, e desejo-lhe felicidades, mas nunca como o meu namorado, como o homem que eu pensei em ter uma vida, como eu disse tudo havia mudado, e ele já previa.
Eu quis lhe dá explicações, quis falar com ele, tentar recuperar o que havia perdido, mas não cabia a mim, não era mais meu dever, sempre tiver o dever de cuidar, de respeitar, de ser dele e somente dele, mas daquele dia em diante já não era mais assim.
Ainda me doí pensar assim, me doí ver que mais um conto de fadas virou história de terror, eu estava morta mais uma vez, e o que me cabia era apenas tentar suportar a dor tentando acalmar a dos outros, e foi isso que eu fiz.
Segurei a barra, respirei fundo e fui em frente no meu objetivo, passei a olhar pra os problemas ao meu redor e não aos meus, não as minha dores e quem sabe assim eles por si só não se resolvesse ou desaparecesse de uma vez.
Eu ainda continuaria sendo sua amiga, sua ouvinte, sua companheira, sua queridinha e ele também seria o mesmo pra mim, eu zelaria por ele como nunca, amaria ele até a minha morte, só não falaria mais nisso e não seria quem ele queria que eu fosse, como eu disse eu já não era mais sua namorada, agora eu era apenas sua amiga.
Hoje tentei falar com ele, mas ele não pode me responder e eu então como já tinha dito antes deixei a vida me levar, até o dia que tudo fique em pratos limpos, eu enfim abrir mão dele, na verdade sempre soube que não era mulher pra ele, ele merecia coisa bem melhor, então por amor a ele e por entrega total, não lutei mais por ele, apenas deixei a vida tomar seus rumos e fiz das forças coração pra não chorar mais, não desejar voltar atrás.
Hoje eu vi que a falta manipula uma alma e fere um espírito gravemente mesmo sem a gente perceber.
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
Amigas
Há quem diga que mulheres, quando são amigas, ficam insuportáveis...
...Porque concordam sempre uma com a outra e não se desgrudam.
A vida nos apresenta milhares de pessoas. E cada uma delas vem cumprir um papel em nossa vida.
Todas elas ficam na nossa memória, nos nossos hábitos, nas nossas fotos, nos nossos guardados...
Eu tenho saudade de todas as amigas que já tive na vida.
Tem as amigas da família, as primas, irmãs e tias, que sempre estão indo e vindo da sua vida, provando que o tempo passa, mas certas coisas nunca mudam.
Aquela amiga desbocada que só fala palavrão e se mete em encrenca, mas faz você rir muito.
Tem aquela com quem você anda de braços dados pra todo canto.
Aquela pra quem você contou sobre o primeiro garoto que você gostou. Aquela que te dá toques sobre roupas, pessoas, corte de cabelo e comportamento.
Tem aquela outra que é chorona, aquela que critica você a cada cinco minutos, aquela "Nerd" e "CDF"que sabe de tudo, e aquela melosa, que gosta de abraçar e mandar recadinhos de amor.
E aquela com quem você dividiu a cama naquela viagem que foio maior programa de índio da sua vida.
Aquela pra quem você conta absolutamente tudo, e que você sente que foi entendida. Aquela que te dá broncas emanda você parar de roer as unhas.
Aquela que não tem vergonha de dizer que te ama.
Aquela que apresenta os melhores caras. Aquela que passa com você o momento mais difícil da sua vida. Aquela que te liga todo dia.
Aquela intelectual, que te ensina milhares de coisas. Aquela que abraçou em silêncio e sentiu você chorar, e aquela que virou as costas quando você mais precisou.
Aquela que faz tudo que você pede, e aquela egoísta. Aquela que ouve quando você está apaixonada e passa horas falando do mesmo assunto.
E aquela que entende quando você a deixou pra ficar com seu namorado. E aquela outra que exige a sua atenção.
Tem também aquela idealista, com que você discute horas os problemas existenciais da humanidade.
Aquela que só liga no dia do seu aniversário, e que mesmo assim você adora.
Aquela que parece sua mãe, e vive pra te dar conselho.
Aquela de quem vê sente muito ciúme.
Aquela que você invejou secretamente.
Tem também aquela, por quem você sente um carinho enorme desde a primeira vez que viu.
Aquela que pede a Deus por você, quando ora.
Aquela que você magoou porque a trocou por outra que não valia nada.
Aquela que te deu o conselho certo, mas que você não ouviu.
E aquela única, com quem você divide o que tem de mais precioso...
Aquela que paga coisas para você, quando você está semgrana. Aquela que você arrumou o véu, antes dela entrar na igreja pra se casar.
Aquela que era a mais chegada, mas sumiu e você nunca mais soube.
E aquela que é uma irmã pra você.
Tem quem não possui tantas amigas assim, mas tem aquela que vale por todas!!!
Aquela que é sempre uma companhia gostosa, mesmo que o programa seja: ''não ter nada pra fazer''...
E tem também a melhor amiga.
Aquela que é simplesmente "aquela".
Claro, os homens também sabem ser bons amigos. Também deixam ótimas lembranças. Mas nada é igual à amizade entre duas mulheres.
Um grande beijo para as amigas que vierem a ler isso, para as que não vão ler, para aquelas que estão perto e longe de mim, para aquelas que eu lembro a todo minuto e para aquelas que eu esqueci.
Digo sem piscar que a amizade vale a pena.. E quem me ensinou isso, foi
...Porque concordam sempre uma com a outra e não se desgrudam.
A vida nos apresenta milhares de pessoas. E cada uma delas vem cumprir um papel em nossa vida.
Todas elas ficam na nossa memória, nos nossos hábitos, nas nossas fotos, nos nossos guardados...
Eu tenho saudade de todas as amigas que já tive na vida.
Tem as amigas da família, as primas, irmãs e tias, que sempre estão indo e vindo da sua vida, provando que o tempo passa, mas certas coisas nunca mudam.
Aquela amiga desbocada que só fala palavrão e se mete em encrenca, mas faz você rir muito.
Tem aquela com quem você anda de braços dados pra todo canto.
Aquela pra quem você contou sobre o primeiro garoto que você gostou. Aquela que te dá toques sobre roupas, pessoas, corte de cabelo e comportamento.
Tem aquela outra que é chorona, aquela que critica você a cada cinco minutos, aquela "Nerd" e "CDF"que sabe de tudo, e aquela melosa, que gosta de abraçar e mandar recadinhos de amor.
E aquela com quem você dividiu a cama naquela viagem que foio maior programa de índio da sua vida.
Aquela pra quem você conta absolutamente tudo, e que você sente que foi entendida. Aquela que te dá broncas emanda você parar de roer as unhas.
Aquela que não tem vergonha de dizer que te ama.
Aquela que apresenta os melhores caras. Aquela que passa com você o momento mais difícil da sua vida. Aquela que te liga todo dia.
Aquela intelectual, que te ensina milhares de coisas. Aquela que abraçou em silêncio e sentiu você chorar, e aquela que virou as costas quando você mais precisou.
Aquela que faz tudo que você pede, e aquela egoísta. Aquela que ouve quando você está apaixonada e passa horas falando do mesmo assunto.
E aquela que entende quando você a deixou pra ficar com seu namorado. E aquela outra que exige a sua atenção.
Tem também aquela idealista, com que você discute horas os problemas existenciais da humanidade.
Aquela que só liga no dia do seu aniversário, e que mesmo assim você adora.
Aquela que parece sua mãe, e vive pra te dar conselho.
Aquela de quem vê sente muito ciúme.
Aquela que você invejou secretamente.
Tem também aquela, por quem você sente um carinho enorme desde a primeira vez que viu.
Aquela que pede a Deus por você, quando ora.
Aquela que você magoou porque a trocou por outra que não valia nada.
Aquela que te deu o conselho certo, mas que você não ouviu.
E aquela única, com quem você divide o que tem de mais precioso...
Aquela que paga coisas para você, quando você está semgrana. Aquela que você arrumou o véu, antes dela entrar na igreja pra se casar.
Aquela que era a mais chegada, mas sumiu e você nunca mais soube.
E aquela que é uma irmã pra você.
Tem quem não possui tantas amigas assim, mas tem aquela que vale por todas!!!
Aquela que é sempre uma companhia gostosa, mesmo que o programa seja: ''não ter nada pra fazer''...
E tem também a melhor amiga.
Aquela que é simplesmente "aquela".
Claro, os homens também sabem ser bons amigos. Também deixam ótimas lembranças. Mas nada é igual à amizade entre duas mulheres.
Um grande beijo para as amigas que vierem a ler isso, para as que não vão ler, para aquelas que estão perto e longe de mim, para aquelas que eu lembro a todo minuto e para aquelas que eu esqueci.
Digo sem piscar que a amizade vale a pena.. E quem me ensinou isso, foi
Você!!!!
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Sem títulos
Foi exatamente as palavras dele, em meio a uma descussão, foi justamente o que ele sugeriu, SEM TÍTULOS.
No fundo eu sabia que isso significava sem compromisso, eu sabia que ali com aquelas palavras o sonho havia acabado, eu sentia que ele estava me dispensando sem usar as palavras certas, mas era justamente o que ele queria me dizer, só não tinha coragem.
Eu fiquei remoendo aquelas palavras na minha cabeça, até não suportar mais, ele poderia me dizer o que quisesse, eu não acreditaria.
Ele não sabia o quanto havia me magoado com aquelas palavras, logo ele que eu já não conseguiria viver sem, ele que eu fiz juras de amor, e quis estar do lado pro resto da minha vida.
Eu não estava só magoada, eu estava mais que isso abismada, abismada por ouvi exatamente ele me dizer essas palavras, justo ele que sabia como foi terrivel conviver com as perdas.
Eu sentir tanta raiva de mim por me deixar ser enganada, por deixar aquilo tudo mexer comigo, por me sentir esquecida, que desejei nunca mais falar com ele, mas ao invés disso fui sonhar com ele e não conseguir deixar de me preocupar. Eu o amo e por mais idiotisses que ele faça, não consigo deixar de amá-lo.
Pois bem, eu estou chateada, mas preciso entender que as coisas não são como eu quero.
Eu espero muito que ele tenha se expressado errado, que tenha confudido as palavras, que ele não tenha medido as consequências das suas palavras, que esteja arrependido, e que volte a falar comigo como tudo era antes.
Pois é, foi bem assim que ele começou a falar na nossa primeira conversa depois de toda aquela história do sem títulos, veio falar comigo como se tudo fosse normal, como se nada tivesse acontecido e quando me encontrou tratando ele diferente, notou a burrada que havia feito e veio justamente com a frase: - Poxa, dá pra voltar a ser tudo como era antes? Sinto falta disso, daquilo...
Eu não sabia o que responder, no fundo eu queria tudo como era antes, sentia falta dele, mas por outro lado eu estava tão chateada e desconfiada, nem sabia o que pensar, achei que tudo não passava de uma fantasia minha, um sonho.
No fundo prefiro ter-lo aqui perto de mim, do quê perder todo o contato, eu já não sei o que fazer sem ele, penso nele 25 horas do meu dia, vejo fotos, os recados, sinto falta. Não posso simplesmente ignorá-lo, fazer de conta que ele não existe, que nada aconteceu, ele tá aqui, fixo na memória, gravado no coração.
O pior é que não consigo imaginar outra coisa a não ser que ele não me leva a sério, sinto como se fosse apenas uma curtição, como se ele não me levasse a sério, como se ele me tratasse apenas como uma criança que ele devesse cuidar, e não quero ser tratada assim. Quero ser tratada como uma mulher, como sua mulher.
Sei que é difícil pra ele vim pra cá, largar tudo lá e vim me ver, imagino como não é a vida dele, mas isso não é motivo pra ele virar pra mim e dizer que prefere sem títulos e ainda dizer que é por minha causa, seria mais fácil eu entender se ele dissesse que não queria nada comigo, distância nunca foi problema pra mim, lógico que é complicado, mas ele dizer que agora é melhor nada de títulos, se ele queria me magoar conseguiu.
Poxa, tudo que eu queria era apenas ouvir ele me dizer: - Me espere, eu te amo, eu te quero como minha namorada e quero muito ficar contigo, eu quero você, me espere. Eu não me importava de esperá-lo o tempo que fosse, não me interessava que eu tivesse que esperá-lo o resto da minha vida, eu esperaria e com orgulho, não me importaria com o que os outros dissessem, eu seria fiél, me responsabilizaria em te amá-lo, em confiar, em me manter sua. Mas não, ele fez justamente o oposto, preferiu sem títulos, sem compromissos, sem responsabilidade, e eu ainda tive que ouvi as pessoas falarem: - Viu não quis ouvir, eu sabia que ele tava te usando, bem que eu avisei que ele não queria nada com você, você que é burra de acreditar que um homem como ele, ia te querer. E eu ainda tinha que engoli o choro e me fazer de forte, por mais doloroso que estava sendo.
Foi aí que percebi, era melhor ter ele, do quê viver sem ele, então larguei meu orgulho de lado e liguei pra ele, pra variar ele não atendeu, e isso me deixou ainda mais com a pulga atrás da orelha, mas não interessava a pulga, eu o amava e quem ama confia, mesmo que a pessoa não mereça,o que não era o caso dele por que pra mim ele merecia, ele era alguém que sempre me fez confiar e acreditar em tudo que falava.
Hoje estamos aqui com os votos refeitos e com títulos, ele sentiu falta da palavra namorado, assim como eu sentir, ele precisava da responsabilidade, do zelo, do respeito que emanava de mim, o compromisso, o carinho que ele viu que foi perdendo ao dizer que não devia existir títulos, ele mais que eu sabia como era importante ter motivos para acreditar um no outro, de como erámos cobiçados, como era difícil manter os hólofotes longe da gente e como é dever um do outro o título, apesar dele não ser nada perto da aliança que já tinhamos um com o outro, mas o mais justo era o título, o título lançava os úrubus pra bem longe, mostrava que estavamos melhor que nunca. Que estavamos mais forte que nunca, mais apaixonados que antes, apesar de sabermos que nada seria como antes, receio melhor, mas nunca como antes.
Então hoje estamos titulados, somos novamente NAMORADOS, e estamos felizes com isso.
No fundo eu sabia que isso significava sem compromisso, eu sabia que ali com aquelas palavras o sonho havia acabado, eu sentia que ele estava me dispensando sem usar as palavras certas, mas era justamente o que ele queria me dizer, só não tinha coragem.
Eu fiquei remoendo aquelas palavras na minha cabeça, até não suportar mais, ele poderia me dizer o que quisesse, eu não acreditaria.
Ele não sabia o quanto havia me magoado com aquelas palavras, logo ele que eu já não conseguiria viver sem, ele que eu fiz juras de amor, e quis estar do lado pro resto da minha vida.
Eu não estava só magoada, eu estava mais que isso abismada, abismada por ouvi exatamente ele me dizer essas palavras, justo ele que sabia como foi terrivel conviver com as perdas.
Eu sentir tanta raiva de mim por me deixar ser enganada, por deixar aquilo tudo mexer comigo, por me sentir esquecida, que desejei nunca mais falar com ele, mas ao invés disso fui sonhar com ele e não conseguir deixar de me preocupar. Eu o amo e por mais idiotisses que ele faça, não consigo deixar de amá-lo.
Pois bem, eu estou chateada, mas preciso entender que as coisas não são como eu quero.
Eu espero muito que ele tenha se expressado errado, que tenha confudido as palavras, que ele não tenha medido as consequências das suas palavras, que esteja arrependido, e que volte a falar comigo como tudo era antes.
Pois é, foi bem assim que ele começou a falar na nossa primeira conversa depois de toda aquela história do sem títulos, veio falar comigo como se tudo fosse normal, como se nada tivesse acontecido e quando me encontrou tratando ele diferente, notou a burrada que havia feito e veio justamente com a frase: - Poxa, dá pra voltar a ser tudo como era antes? Sinto falta disso, daquilo...
Eu não sabia o que responder, no fundo eu queria tudo como era antes, sentia falta dele, mas por outro lado eu estava tão chateada e desconfiada, nem sabia o que pensar, achei que tudo não passava de uma fantasia minha, um sonho.
No fundo prefiro ter-lo aqui perto de mim, do quê perder todo o contato, eu já não sei o que fazer sem ele, penso nele 25 horas do meu dia, vejo fotos, os recados, sinto falta. Não posso simplesmente ignorá-lo, fazer de conta que ele não existe, que nada aconteceu, ele tá aqui, fixo na memória, gravado no coração.
O pior é que não consigo imaginar outra coisa a não ser que ele não me leva a sério, sinto como se fosse apenas uma curtição, como se ele não me levasse a sério, como se ele me tratasse apenas como uma criança que ele devesse cuidar, e não quero ser tratada assim. Quero ser tratada como uma mulher, como sua mulher.
Sei que é difícil pra ele vim pra cá, largar tudo lá e vim me ver, imagino como não é a vida dele, mas isso não é motivo pra ele virar pra mim e dizer que prefere sem títulos e ainda dizer que é por minha causa, seria mais fácil eu entender se ele dissesse que não queria nada comigo, distância nunca foi problema pra mim, lógico que é complicado, mas ele dizer que agora é melhor nada de títulos, se ele queria me magoar conseguiu.
Poxa, tudo que eu queria era apenas ouvir ele me dizer: - Me espere, eu te amo, eu te quero como minha namorada e quero muito ficar contigo, eu quero você, me espere. Eu não me importava de esperá-lo o tempo que fosse, não me interessava que eu tivesse que esperá-lo o resto da minha vida, eu esperaria e com orgulho, não me importaria com o que os outros dissessem, eu seria fiél, me responsabilizaria em te amá-lo, em confiar, em me manter sua. Mas não, ele fez justamente o oposto, preferiu sem títulos, sem compromissos, sem responsabilidade, e eu ainda tive que ouvi as pessoas falarem: - Viu não quis ouvir, eu sabia que ele tava te usando, bem que eu avisei que ele não queria nada com você, você que é burra de acreditar que um homem como ele, ia te querer. E eu ainda tinha que engoli o choro e me fazer de forte, por mais doloroso que estava sendo.
Foi aí que percebi, era melhor ter ele, do quê viver sem ele, então larguei meu orgulho de lado e liguei pra ele, pra variar ele não atendeu, e isso me deixou ainda mais com a pulga atrás da orelha, mas não interessava a pulga, eu o amava e quem ama confia, mesmo que a pessoa não mereça,o que não era o caso dele por que pra mim ele merecia, ele era alguém que sempre me fez confiar e acreditar em tudo que falava.
Hoje estamos aqui com os votos refeitos e com títulos, ele sentiu falta da palavra namorado, assim como eu sentir, ele precisava da responsabilidade, do zelo, do respeito que emanava de mim, o compromisso, o carinho que ele viu que foi perdendo ao dizer que não devia existir títulos, ele mais que eu sabia como era importante ter motivos para acreditar um no outro, de como erámos cobiçados, como era difícil manter os hólofotes longe da gente e como é dever um do outro o título, apesar dele não ser nada perto da aliança que já tinhamos um com o outro, mas o mais justo era o título, o título lançava os úrubus pra bem longe, mostrava que estavamos melhor que nunca. Que estavamos mais forte que nunca, mais apaixonados que antes, apesar de sabermos que nada seria como antes, receio melhor, mas nunca como antes.
Então hoje estamos titulados, somos novamente NAMORADOS, e estamos felizes com isso.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Último momento
Sinto o coração palpitar, sinto as vistas escurecerem, sinto que algo mais me espera. Sinto que tudo está a se acabar.
Faz tempo que eu imagino essa hora, faz tempo que eu sinto as consequências levarem a esse momento, mas mesmo sabendo que essa hora chegaria, nunca imaginei que fosse tão cruel.
Eu anteriormente tinha tanto medo, medo de não suportar a saudade, de fazer outras pessoas sofrerem, mas agora tudo é mais fácil, entendi que mais cedo ou mais tarde isso ia acontecer.
Eu nunca entendi como seria a sensação, na verdade nunca quis entender, mas por mais triste que seja é mais fácil assim, quando tudo acontece quando a gente sabe que vai acontecer.
Agora vem a falta de ar, aquela falta de graça e o filme da vida ao se passar pela mente, talvez não seja os últimos momentos, mas os mais frios que já vivi. Me recordei dos amigos, da família, do namorado, dos livros, dos filmes, das lágrimas, das risadas, das viagens, dos passeios, das histórias, das tristezas, das alegrias, do meu amor, da minha vida, quem sentirá minha falta, quem nem vai lembrar, dos sonhos, dos planos maus iniciados, dos objetivos que não terei tempo de realizar, de tudo que num dia imaginei se realizar, das muitas coisas que sentirei falta, daquelas que nem tanto e de muitas outras que falta nenhuma sentirei.
Não é uma vida cruel, talvez mal aproveitada, menos vivida.
Se por acaso me questionarem hoje do que me arrependo, apenas direi que me arrependo de não ter vivido mais, aproveitado mais, me arrependo de me importar demais e esquecer que a vida só é bem vivida, quando deixamos ela nos levar.
O corpo está perdendo as forças, sinto as pernas fracas, sinto as forças se esvaindo, sinto que terei que me render. Eu não queria que fosse agora, não queria que tudo acabasse desse jeito, não agora, tinha tanta coisa pra fazer ainda, tantas decisões pra tomar, tantas metas pra alcançar, e então sinto que mesmo sem querer terei de ir, ir além do que eu imaginei.
Os olhos vão se fechando...
Bom, chegou a bendita hora, devo recolher-me e deixar que o sono me leve, não posso lutar, o cansaço me venceu, eu terei de dormir, já são 11 da noite, a vigésima terceira hora do dia, hora de me deitar, e como o corpo está mas lento, a mente tenta me levar a cama, mas o corpo já não aguenta, e é no sofá mesmo que desmaio de exaustão, estou entregue ao sono, lá se foi mais um dia, mais uma história, mais uma vida.
E lá se fechou os olhos e o corpo se aconchegou ao quentinho das almofadas do sofá.
Bocejos e resmungos acompanham essa noite, sinal de que amanhã as forças estarão recuperadas.
Pois bem, amanhã será outro dia, outra história, outro momento, nova vida, e mais uma vez verei esse mesmo momento se repetir, essa é mais uma noite de muitas, esse é mais um de muitos hoje que terei.
Então pra todos uma boa noite e que essas noites assim como uma vida seja bem vivida, faça de seu dia uma vida e vivá-o como se fosse seu último momento, fazendo dele único, por que é no final do dia que você ver sua vida indo embora e por mais que você queira você nunca conseguirá voltar atrás, nem proibi-lá de passar, os dias são como a vida, deve ser bem vivida.
Boa noite a todos!
Faz tempo que eu imagino essa hora, faz tempo que eu sinto as consequências levarem a esse momento, mas mesmo sabendo que essa hora chegaria, nunca imaginei que fosse tão cruel.
Eu anteriormente tinha tanto medo, medo de não suportar a saudade, de fazer outras pessoas sofrerem, mas agora tudo é mais fácil, entendi que mais cedo ou mais tarde isso ia acontecer.
Eu nunca entendi como seria a sensação, na verdade nunca quis entender, mas por mais triste que seja é mais fácil assim, quando tudo acontece quando a gente sabe que vai acontecer.
Agora vem a falta de ar, aquela falta de graça e o filme da vida ao se passar pela mente, talvez não seja os últimos momentos, mas os mais frios que já vivi. Me recordei dos amigos, da família, do namorado, dos livros, dos filmes, das lágrimas, das risadas, das viagens, dos passeios, das histórias, das tristezas, das alegrias, do meu amor, da minha vida, quem sentirá minha falta, quem nem vai lembrar, dos sonhos, dos planos maus iniciados, dos objetivos que não terei tempo de realizar, de tudo que num dia imaginei se realizar, das muitas coisas que sentirei falta, daquelas que nem tanto e de muitas outras que falta nenhuma sentirei.
Não é uma vida cruel, talvez mal aproveitada, menos vivida.
Se por acaso me questionarem hoje do que me arrependo, apenas direi que me arrependo de não ter vivido mais, aproveitado mais, me arrependo de me importar demais e esquecer que a vida só é bem vivida, quando deixamos ela nos levar.
O corpo está perdendo as forças, sinto as pernas fracas, sinto as forças se esvaindo, sinto que terei que me render. Eu não queria que fosse agora, não queria que tudo acabasse desse jeito, não agora, tinha tanta coisa pra fazer ainda, tantas decisões pra tomar, tantas metas pra alcançar, e então sinto que mesmo sem querer terei de ir, ir além do que eu imaginei.
Os olhos vão se fechando...
Bom, chegou a bendita hora, devo recolher-me e deixar que o sono me leve, não posso lutar, o cansaço me venceu, eu terei de dormir, já são 11 da noite, a vigésima terceira hora do dia, hora de me deitar, e como o corpo está mas lento, a mente tenta me levar a cama, mas o corpo já não aguenta, e é no sofá mesmo que desmaio de exaustão, estou entregue ao sono, lá se foi mais um dia, mais uma história, mais uma vida.
E lá se fechou os olhos e o corpo se aconchegou ao quentinho das almofadas do sofá.
Bocejos e resmungos acompanham essa noite, sinal de que amanhã as forças estarão recuperadas.
Pois bem, amanhã será outro dia, outra história, outro momento, nova vida, e mais uma vez verei esse mesmo momento se repetir, essa é mais uma noite de muitas, esse é mais um de muitos hoje que terei.
Então pra todos uma boa noite e que essas noites assim como uma vida seja bem vivida, faça de seu dia uma vida e vivá-o como se fosse seu último momento, fazendo dele único, por que é no final do dia que você ver sua vida indo embora e por mais que você queira você nunca conseguirá voltar atrás, nem proibi-lá de passar, os dias são como a vida, deve ser bem vivida.
Boa noite a todos!
quarta-feira, 30 de março de 2011
Amar Não É Pecado
Amar Não É Pecado
Luan Santana
Composição : Luan Santana
Eu não sei, de onde vem, essa força que me leva pra você
Eu só sei, que faz bem, mas confesso que no fundo eu duvidei
Tive medo, e em segredo, guardei o sentimento e me sufoquei
Mas agora, é a hora, eu vou gritar pra todo mundo de uma vez
(refrão)
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo e não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado, que se dane o mundo, eu só quero você
(refrão)
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo e não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado, que se dane o mundo, eu só quero você
Eu não sei de, onde vem, essa força que me leva pra você
Eu só sei, que faz bem, mas confesso que no fundo eu duvidei
Tive medo, e em segredo, guardei o sentimento e me sufoquei
Mas agora, é a hora, eu vou gritar pra todo mundo de uma vez
(refrão)
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo e não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado, que se dane o mundo, eu só quero você
(refrão)
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo e não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado, que se dane o mundo, eu só quero você
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domingo, 27 de março de 2011
BORBOLETA AZUL (post nº 100)
BORBOLETA AZUL
Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes.
As meninas sempre faziam muitas perguntas.
Algumas ele sabia responder, outras não.
Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina.
O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.
Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder.
Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta.
- Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar.
Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada!
As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você...ela está em suas mãos.
Moral da história:
Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.
Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos e por aquilo que não conquistamos.
Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul...
Cabe exclusivamente a nós mesmos escolhermos o que fazer com ela.
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sábado, 19 de março de 2011
Você Vai Lembrar De Mim
Milton Guedes
Composição: Thedy Corrêa
Quando eu te vejo
Espero teu beijo
Não sinto vergonha
Apenas desejo
Minha boca encosta
Em tua boca que treme
Meus olhos eu fecho
Mas os teus estão abertos
Eu achei que nós chegamos tão perto
Mas agora com certeza eu enxergo
Que no fim eu amei por nós dois
Que se dá uma vez só na vida
Explica tudo, sem brigasE clareia o mais escuro dos dias
Tudo bem se não deu certo
Eu achei que nós chegamos tão pertoMas agora com certeza eu enxergo
Que no fim eu amei por nós dois
Mas você lembra!
Você vai lembrar de mim
Que o nosso amor valeu a pena
Lembra é o nosso final feliz
Você vai lembrar...
Vai lembrar...sim...
Você vai lembrar de mim.
Esse foi um beijo de despedida
Que se dá uma vez só na vidaQue explica, tudo sem brigas
E clareia o mais escuro dos dias
Tudo bem se não deu certo
Eu achei que nós chegamos tão perto
Mas agora com certeza eu enxergo
Que no fim eu amei por nós dois
Mas você lembra!
Você vai lembrar de mim
Que o nosso amor valeu a pena
Lembra é o nosso final felizVocê vai lembrar...
Vai lembrar...sim...
Você vai lembrar de mim
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